O antigo primeiro-ministro angolano e ex-secretário-geral do MPLA, Marcolino Moco, manifestou publicamente preocupação com aquilo que considera serem perseguições internas e um ambiente de silêncio no seio do partido no poder, criticando a ausência de responsabilização individual perante situações que, no seu entender, prejudicam o país e a própria organização política.