Quinta, 11 de Agosto de 2022
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A solução tecnológica eleitoral para centro de escrutínio e a versão definitiva do ficheiro informático dos cidadãos maiores, para as eleições angolanas de agosto próximo, vão ser alvo de "auditoria externa independente", anunciou hoje o presidente da CNE.

Os partidos angolanos vão, este ano, contar com uma plataforma dedicada para fazer o agendamento prévio da entrega das suas candidaturas às eleições gerais de 2022, que serão recebidas e validadas pelo Tribunal Constitucional (TC).

A UNITA, oposição angolana, denunciou hoje a existência de cerca de 15.000 “supervisores logísticos estranhos” às eleições gerais previstas para agosto, cuja “idoneidade, nacionalidade e identidade são desconhecidas” pela Comissão Nacional Eleitoral (CNE) angolana.

O diretor do gabinete dos partidos políticos do Tribunal Constitucional de Angola disse hoje que a Frente Patriótica Unida (FPU), plataforma que congrega partidos e movimentos da oposição, não pode candidatar-se às eleições gerais nem realizar atos político-partidários.

O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, disse, este sábado, em Luanda, no caso de o partido vencer as próximas eleições vai atribuir autonomia administrativa e financeira a Luanda e Cabinda.

A UNITA deu entrada de uma providência cautelar junto do Tribunal Constitucional, mas que não visa apenas a INDRA, é, segundo o "Galo Negro", contra tudo aquilo que considera "violação sistemática da transparência eleitoral", como a não afixação da lista de cidadãos maiores registados dentro e fora do País.

A ex-deputada e filha do ex-chefe de Estado angolano, Welwitchea dos Santos ‘Tchizé’, mostrou-se, esta terça-feira, 17, indignada com o facto de a Rádio Nacional de Angola (RNA) ter dado crédito e destaque a uma carta supostamente escrita e assinada por José Eduardo dos Santos, seu pai, cuja saúde, em Barcelona, Espanha, conheceu nos últimos dias um quadro deteriorante.

A dotação financeira de centenas de milhões de dólares a diversos departamentos governamentais está a levantar interrogações mas também há quem diga que essas suspeitas não têm razão de ser.

A três meses das eleições gerais em Angola, a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), o Partido de Renovação Social (PRS), a Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), o Bloco Democrático (BD) e a coligação Convergência Ampla de Salvação de Angola (CASA - CE) uniram esforços para que não haja atropelos à lei.

O Presidente do MPLA, João Lourenço, apelou, neste sábado, na cidade do Huambo, ao voto massivo no partido nas eleições de Agosto, para garantir a continuidade da resolução dos problemas da população.

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