Domingo, 24 de Outubro de 2021
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O Presidente angolano negou hoje que pretenda exonerar os conselhos de administração da Sonangol e da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, considerando tratar-se de “mera especulação” e que é “muito discreto” na hora de fazer mudanças.

Há um ano das eleições, sondagens indicam que, pela primeira vez em 50 anos, Angola tem chance de ver outra força política no poder.

O principal partido da oposição angolana, UNITA, anunciou hoje que o seu XIII Congresso, em que será escolhido um novo líder para o partido, será realizado até 04 de dezembro de 2021.

João Lourenço diz que o regresso de José Eduardo dos Santos a Angola é “bom para todos” e garante que o Estado angolano continua interessado em vender partes das empresas públicas Sonangol, Endiama e TAAG.

A Procuradoria-Geral da República garantiu hoje ao Novo Jornal que não há qualquer processo de inquérito aberto contra Adalberto Costa Júnior, desmentindo "categoricamente" a notícia do jornal português Público, que avançou este domingo que a PGR angolana "deverá anunciar" esta semana "que vai investigar a queixa-crime apresentada em Março contra o então líder da UNITA (...) por tentativa de homicídio".

Adalberto Costa Júnior afirma ao PÚBLICO que se ri da acusação sem fundamento, “com pena” do “triste espectáculo que João Lourenço está a servir ao país”. Para o destituído líder da UNITA, “é óbvio que isto tem a mão do senhor Miala, o chefe dos serviços de inteligência”.

O Presidente angolano, João Lourenço, avisou hoje que “não há esconderijos seguros” para os bens adquiridos à custa do erário público e que a justiça angolana “tudo fará” para os recuperar, seja quais forem as pessoas envolvidas.

António Venâncio, militante do MPLA há 48 anos, é o primeiro a anunciar a sua candidatura à liderança do partido no poder em Angola no próximo congresso, ambicionando uma instituição mais “prestigiada” e democrática.

O presidente da UNITA, Isaías Samakuva, disse opor-se a que haja um só candidato à liderança do partido no próximo congresso que vai escolher um novo presidente depois da anulação do seu anterior conclave pelo Tribunal Constitucional (TC).

Os bispos católicos angolanos consideraram hoje que a “perda de confiança” nas instituições judiciais do país, “derivada da evidente interferência política em determinadas decisões, não abona” ao estabelecimento de um Estado democrático e de direito.

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