Sexta, 19 de Agosto de 2022
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A três meses das eleições gerais em Angola, a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), o Partido de Renovação Social (PRS), a Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), o Bloco Democrático (BD) e a coligação Convergência Ampla de Salvação de Angola (CASA - CE) uniram esforços para que não haja atropelos à lei.

O Presidente do MPLA, João Lourenço, apelou, neste sábado, na cidade do Huambo, ao voto massivo no partido nas eleições de Agosto, para garantir a continuidade da resolução dos problemas da população.

Partidos políticos da oposição angolana, com assento parlamentar, convergiram hoje na necessidade da afixação das listas dos cidadãos eleitores, mas o Governo diz que a exigência está a ser feita com base em lei já revogada.

O juiz Agostinho Santos, que se queixa de “irregularidades” no concurso curricular para provimento do cargo de presidente da CNE, em que foi derrotado, pediu hoje a intervenção do Presidente angolano no caso, alertando para “instabilidade pós-eleitoral”.

As deslocações de ministros, secretários de Estado, governadores e vice-governadores provinciais para o estrangeiro serão suspensas a partir do dia 15 deste mês.

O deputado da UNITA, oposição angolana, Lukamba Paulo Gato foi hoje empossado no cargo de diretor geral da campanha eleitoral da Frente Patriótica Unida (FPU), plataforma política que concorre às eleições gerais de agosto próximo.

O processo relativo ao general Higino Carneiro, ex-ministro das Obras Públicas angolano, foi arquivado pelo Tribunal Supremo de Angola, ficando este livre de julgamento.

Uma forte explosão aconteceu no Hotel Saratoga, no centro de Havana, informou a mídia estatal cubana nesta sexta-feira (6). Oito pessoas morreram, segundo o governo de Cuba.

Partidos políticos na oposição angolana “exigiram” hoje a “publicação imediata” da lista dos cidadãos maiores registados em Angola e no exterior, no âmbito das eleições gerais previstas para agosto próximo, para a garantia da transparência e lisura eleitoral.

De acordo com o embaixador russo em Angola, algumas peças do satélite deveriam ser fabricadas pela empresa francesa Airbus, que decidiu violar o contrato e se recusar a fornecer as peças e a transferir a documentação técnica à Rússia.

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