A UNITA (oposição) considerou hoje "inaceitável que em Angola, "pais tão rico em recursos" se normalize a sobrevivência como modo de vida e criticou os "discursos otimistas" do executivo que "chocam" com a extrema vulnerabilidade das familias.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, afirmou que a alternância política em Angola, nas eleições gerais previstas para 2027, dependerá em grande medida do papel da juventude, que considera essencial para o reforço da democracia no país.
A UNITA pediu audição parlamentar ao diretor-geral do Serviço de Inteligência de Segurança do Estado (SINSE) de Angola para esclarecer a “gravidade” do “recente escândalo” de escutas telefónicas ao jornalista Teixeira Cândido, foi hoje anunciado.
O presidente da UNITA, oposição angolana, apontou o assoreamento e a ausência de manutenção das barreiras como a “razão base” do transbordo do rio Cavaco, na província de Benguela, criticando o Governo pela falta de planeamento.
A UNITA apresentou uma proposta de Lei sobre o Exercício do Direito de Oposição Democrática, com o objectivo de estabelecer um quadro jurídico que permita fiscalizar o poder político, garantir direitos fundamentais e reforçar o Estado de Direito em Angola.