Quem olha para o panorama político angolano atual, desde o inédito caso na história da humanidade. De quem governa não ter precisado ganhar as eleições, e quem ganhou as eleições não estar a governar o país e se deixar assim como se nada de mau tivesse acontecido.
A secretária provincial da UNITA no Huambo, Navita Ngolo, denunciou, ontem, que os níveis de intolerância política naquela província se agudizaram de tal maneira que até as autoridades tradicionais estão a ser supostamente usadas para intimidarem as comunidades.
O economista chefe do Standard Bank Angola (SBA) e Moçambique, Faúsio Mussá, disse hoje que Angola poderá “perpetuar” a sua dependência ao setor petrolífero se não houver progresso nas reformas, admitindo pressão para o aumento de despesas sociais.
O assessor da presidência do Partido Nacionalista para Justiça de Angola (P-NJANGO), António Miguel, disse, ontem, a OPAIS, que é falsa a noticia posta a circular sobre uma suposta extinção da organização pelo Tribunal Constitucional.