Os 17 ativistas angolanos regressara quinta-feira ao Tribunal de Luanda, onde foram condenados em março por rebelião e associação de malfeitores, agora para recuperarem centenas de bens apreendidos nas operações de junho de 2015.f
Uma reclamação dirigida ao Tribunal Supremo dará entrada na segunda-feira e antecede um recurso para o Tribunal Constitucional, por "denegação de Justiça".
O ativista angolano Rafael Marques defendeu hoje em Maputo que a corrupção em Angola está normalizada, considerando que o próprio chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, mantém-se no poder através de esquemas ilegais.