Quarta, 06 de Mai de 2026
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Consultores do gabinete ministerial, empresas privadas e membros da Comissão de Gestão da Edipesca Luanda constam entre os principais beneficiários da quantia mencionada, que terá sido alegadamente desviada durante a gestão da ex-ministra das Pescas, Vitória de Barros Neto, segundo a acusação do Ministério Público (MP), que detalha valores e formas de benefício.

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A segunda sessão de julgamento do "caso Vitória de Barros Neto", acusada de ter desviado mais de 300 milhões de kwanzas, prossegue esta quinta-feira, com o tribunal a ouvir o arguido Yanga Nsalamby Mário, ex-director técnico da EDIPESCA, que, tal como a antiga ministra das Pescas dos Executivos de José Eduardo dos Santos e de João Lourenço, negou ter beneficiado dos mais de 300 milhões de kz depositados nas contas da empresa, apurou o Novo Jornal.

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