Quinta, 18 de Julho de 2024
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Terça, 02 Julho 2024 16:11

Empresas de transporte público beneficiam de 1.991 autocarros autocarros

Duzentas e 70 empresas privadas e uma pública beneficiaram de mil e 991 autocarros, desde 2019 até à presente data, com vista à melhoria dos serviços urbanos em Angola, numa acção do Governo angolano.

De acordo com o secretário de Estado para os Transportes Terrestres, Jorge Bengue, que falava esta terça-feira, em Luanda, na 16ª sessão temática promovida pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), as províncias de Luanda, com mil e nove autocarros, Huíla (113) e Cuanza-Norte (69) são as que mais receberam autocarros.

Na ocasião, referiu que o ano de 2022 foi o período que se registou a transportação de mais passageiros, estimados em 195 milhões 273 mil e 775.

Adiantou, igualmente, que o sector deverá ter, até final deste mês, a aprovação do pacote legislativo da electromobilidade.

Em relação à expansão da rede ferroviária, sublinhou que as atenções estão viradas para o corredor Norte-Sul - interligação dos três caminhos-de-ferro Kinshasa, com vista a estabelecer as conexões transafricanas, através das interligações com as redes ferroviárias da República Democrática do Congo, Zâmbia e Namíbia, no quadro integração de Angola na Zona Tripartida de Livre-Comércio.

Acrescentou ainda que está em curso o estudo de viabilidade técnica, económica e financeira para interligação dos três caminhos-de-ferro: CFL a Malanje, CFB/Kuito e CFM/Menongue, com cerca de 700 quilómetros.

De forma a potenciar cada vez mais a logística de transporte, o secretário de Estado defendeu a necessidade de se promover as interligações entre as três linhas existentes, com a implantação de radiais Norte-Sul, aumentando a eficiência da actividade para impulsionar os negócios e ter acesso aos novos mercados.

Ainda no domínio ferroviário, Jorge Bengue adiantou que está a decorrer a preparação do concurso público para Concessão do Caminho-de-Ferro de Moçâmedes (CFM), que começa no Porto do Namibe, com a sua expansão para a Zâmbia, permitindo a exportação de quantidades de minérios (ferro e cobre), a partir do Porto do namibe, e a importação de minerais da Zâmbia.

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