Quinta, 24 de Junho de 2021
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Quarta, 09 Junho 2021 14:16

Outro bolseiro angolano preso em Cuba por acusação de desviar 1.3 milhões de dólares

Um outro estudante angolano, cuja identidade não foi revelada, está detido em Cuba, por ter alegadamente cometido um crime cibernético em Banco Cubano.

O Director do Instituto Nacional de Gestão de Bolsas de Estudo (INAGBE), Milton Chivela, revelou a informação, quando falava à Rádio Nacional sobre o caso mediático do estudante em Cuba que está a ser acusado da morte de um professor.

Milton Chivela, disse que existe um outro caso preocupante em Cuba, em que um estudante angolano, tendo supostamente detectado falhas no sistema bancário de Cuba, fazia levantamentos avultados de divisas.

Por esta altura, segundo alegações, o referido banco pede a devolução do valor estimado em 1.3 milhões de dólares, situação que o INAGBE não consegue por si só dar resposta.

Refira-se que, no caso mediático o estudante angolano em Cuba, Armindo Leitão Jeremias está a ser acusado de ter matado o ex-professor e amigo, porque o estudante foi a última pessoa a manter contacto com o malogrado.

"O professor vendia moeda estrangeira (dólar) aos estudantes já há muitos anos a preços baixos e era como um pai para eles. Ninguém sabe onde o docente tirava os dólares, até porque o mesmo nunca aceitou dizer onde ia buscar e não permitia que ninguém o acompanhasse", conforme um alerta emitido nesta terça-feira.

Na ocasião, o director do Ins­ti­tu­to Na­ci­o­nal de Bol­sas de Es­tu­do (INAGBE), Milton Chivela, considerou que as autoridades angolanas, estão a acompanhar de perto o caso que envolve o estudante, Armindo Leitão Jeremias, acusado de matar o seu professor em Cuba, com quem mantinha uma relação de compra e venda de moedas.

Milton Chivela, garantiu em entrevista que o embaixador de Angola em Cuba, já visitou o estudante na prisão e que o governo angolano vai apoiar com a assistência jurídica do mesmo.

O director, admitiu igualmente a complexidade do caso, mas disse que estão a ser feitos esforços para um possível repatriamento do estudante, cujo julgamento pode ter início esta sexta-feira, 11 de Junho, quando dados apontam para risco de pena de morte, em caso de ser declarado culpado.

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