Primeiro - Diz-se que o africano é muito emocional, deixa-se levar facilmente pela retórica barata e sem sustentação científica com consequências na administração pública e privada.
O MPLA foi edificado por intelectuais, e é inconcebível que não se saiba até então encontrar um jeito de reconciliar o Partido da guerra que o assola aos nossos dias.
A “Constituição da República de Angola (2010)”, no seu artigo 217º inciso Iº cita que, “As autarquias locais são pessoas colectivas territoriais correspondentes ao conjunto de residentes em certas circunscrições do território nacional, e que asseguram a prossecução de interesses específicos, resultantes da vizinhança, mediante órgãos próprios representativos das respectivas populações.
Xenofobia é a aversão global à estrangeiros, independentemente da cor da pele, afrofobia é a aversão à africanos independentemente da cor da pele, xenonigerfobia é a aversão somente à negros, independentemente da origem.
A estratégia de matança indiscriminada de Pretos, bem como o comportamento bárbaro, muito provavelmente faz parte do ADN de uma parte significativa dos povos sul-africano, quero dizer está-lhes no sangue, no passado recente “no tempo da outra senhora, refiro-me a época do APARTHEID, os racistas, mentores do “caos selectivo” ‘inventaram;’ usaram e abusaram deste método trucido, instrumentalizando peões, iletrados, ‘basbaques/pacóvios’ desprovidos de consciência, formatando nas suas perturbadas mentes, a necessidade entre aspas de massacrar os seus semelhantes, perpetrando homicídios em massa, tendo como motivo a diferença étnica.
Deve, a priori, ficar claro a todos nós que é correcto homenagear as figuras – homens e mulheres – que contribuíram para a libertação de Angola e fundação do Estado.
JUVENTUDE DE RENOVAÇÃO SOCIAL
Excelência