Perda de foco e de memória não é melhor se tratar? Dizer assim tanta coisa sem nexo, um discurso completamente confuso com sinais de perda de raciocínio como quem as vezes se esquece do que está falar.
Não seria nada agradável para ninguém assistir um presidente dito da república mesmo sem o mínimo de qualidades para o cargo que ocupa . Pior do que isso, um completamente vazio intelectualmente logo nessa fase final.
Não é preciso, para concluir que os acontecimentos de sábado podiam ser evitados, muitos estudos.
A tanta falta de escrúpulos, atinge o auge da perversidade: Desde há quase 50 anos que o MPLA usa e abusa dos dinheiros dos angolanos para se matarem uns aos outros, para se comprarem e se venderem as suas consciências.
A relação entre a Presidência da República de Angola e a empresa OMATAPALO, ligada ao actual governador da província de Benguela, Luís Manuel da Fonseca Nunes, levanta sérias preocupações quanto aos interesses obscuros que permeiam essa ligação.
A recente inclusão da construtora angolana Omatapalo no Pacto Global das Nações Unidas levanta sérias questões sobre a coerência e a integridade desta iniciativa de sustentabilidade corporativa. O Pacto, que visa alinhar as estratégias empresariais aos Dez Princípios Universais e aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), agora abriga uma empresa cuja reputação é duvidosa.
Se ainda existia alguma dúvida em relação à fragilidade do Governo de João Lourenço, o que parece pouco provável, tudo ficou agora dissipado.
No próximo dia 24 de agosto terão lugar as quintas eleições gerais em Angola. As anteriores ocorreram em 1992, 2008, 2012 e 2017. Como é sabido as primeiras (1992) deram origem ao recrudescimento da guerra civil, enquanto as restantes foram ganhas com maior ou menor vantagem pelo MPLA.