Sexta, 09 de Dezembro de 2022
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Domingo, 13 Novembro 2022 14:36

Nosso povo virou canja para o MPLA

Aceita tudo, nada lhe incomoda e já tanto lhe faz: Como é que se percebe que um professor é suspenso e se não lhe eliminarem poderá se considerar sorteado pelo facto dos seus alunos tomarem as ruas.

Reivindicando por melhorias de condições nas escolas do país e o tal dito cujo sindicato de professores fica idiotamente de braços cruzados como se nada de mau estivesse a acontecer?

No jornalismo a mesma coisa, jornalistas são eliminados claramente pelos serviços secretos usando as suas sub-unidades conhecidos como os esquadrões da morte desde há vários anos. E o tal suposto sindicato dos jornalistas com uma série de bufos lá dentro mascarados de jornalistas que tanto estendem suas mãos às gorjetas como à palmatória se limita a fazer fingidos comunicados?

Entre os homens da batinha branca geralmente são conhecidos por (médicos) igualmente. Uma classe onde grande parte dos médicos são dúbios assalariados diretamente ou indiretamente do MPLA não reivindicam de forma enérgica por melhores condições de trabalho?

Hospitais bem equipados e não os existentes que se comparam com verdadeiras pocilgas? Possuídos pelo mau cheiro do suor, sangue acumulado e salpicado nas paredes misturado com os escarros dos doentes e do pessoal de serviço mal preparado?

Que sobrevivem dos esquemas do tráfico de medicamentos e das migalhas que os familiares dos doentes vão oferecendo na esperança de verem seus familiares bem assistidos. Em hospitais onde não existe quase nada em boa qualidade ao ponto que um doente se sobrevive se considera como o maior sortudo do país?

Entre os magistrados já nem se fala, se tornou na classe mais servil, corrupta e sem credibilidade claramente de corpo e alma ao serviço dos criminosos que detém o poder absoluto no país.

Poder até para matar, mandar matar e deixar morrer angolanos que se mostram críticos ao regime. Dentro e fora do país junto das comunidades angolanas através dos seus operativos infiltrados juntos dessas comunidades que lhes dão brecha.

Continuarei

Por Fernando Vumby

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