Sábado, 24 de Outubro de 2020
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Quinta, 23 Janeiro 2020 00:35

Luanda Leaks: A bomba atómica fabricada por Manuel Vicente para o assassínio de carácter de Isabel dos Santos

Manuel Vicente no consórcio do seu camarada João Manuel Gonçalves Lourenço, ambos irmãos de arma, dirimiram dedicar – se sisudamente numa campanha de homicídio de carácter de Isabel dos Santos.

Na verdade, tal guerra é um verdadeiro jogo político, que visa afundar a imagem de Isabel dos Santos para passar ao panorama internacional e nacional a impressão de que existe em Angola uma luta contra a corrupção de facto. Porém, tal jogo político, não passa de diversão para permitir que o povo volte a confiar os seus anseios em JLO.

É um verdadeiro jogo político que tem como alvo, o sacrifício de Isabel dos Santos em nome da imagem perdida do MPLA. Na suposição de João Lourenço e Manuel Vicente sacrificar a imagem de Isabel dos Santos permite elevar a credibilidade internacional do MPLA, dando lugar a vontade por parte dos investidores estrangeiros à dedicarem os seus capitais económicos em termos de investimento no meio angolano.

Por outro lado, esse fenómeno permite para eles, enganar o povo angolano com uma fumaça política de que, há de facto uma luta contra a corrupção, bastante séria em Angola. E, permitir que o povo continue agarrado ao MPLA e a acreditar nas políticas péssimas tomadas pelo actual Executivo que nada dão ao País, senão simplesmente desgraça e terror. Esse jogo político, visa ludibriar o povo angolano, enganar o povo angolano, mentir o povo, dando – lhe à entender que o País está a mudar para um bom caminho. E, passar uma falsa ideia de que de facto, existe uma luta contra corrupção árdua à ser executada pelo actual Executivo.

O assassinato de carácter realizado em Angola por João Lourenço e Manuel Vicente contra a pessoa de Isabel dos Santos visa, apenas, afundar Isabel, enquanto isso, estes continuam a fazer da corrupção seu meio de enriquecimento no País, dão oxigénio aos seus negócios, e, por ali fora. Todavia, ambos amigos de armas e trincheiras, investiram mais de 4 milhões de dólares só num programa internacional que visa caluniar, e, aniquilar de forma perspicaz a imagem e supremacia económica internacional de Isabel dos Santos.

Nenhum desses jornalistas europeu faria tal trabalho se em seus bolsos não morassem tachos e tachos de dólares. Foram pagos, mas bem pagos por João Lourenço e Manuel Vicente. Assim como Rafael Marques também foi pago para se converter em bajulador de João Lourenço. Os cofres do Estado angolano foram alquebrados por uma ladroeira deliberada de mais de 4 milhões de dólares designados ao pagamento de mais de 120 jornalistas de diversas empresas de média em mais de 20 países.

De lembrar que para além, dos valores pagos em jornalistas, há outras entidades também pagas, jornais internacionais, empresas de lobis, etc, etc, etc. Enquanto eles dão tanto dinheiro para corromper jornalistas internacionais, o povo em Angola morre de fome no Moxico, o povo do Huambo faz do lixo um meio de obtenção de sua refeição, esse dinheiro pago para difamar Isabel dos Santos serviria para poder satisfazer as necessidades de nossos irmãos que morrem no sul do País, e padecem da fome crónica.

Porém, o Governo angolano, está mais interessado em destruir a imagem de Isabel dos Santos que em salvar Angola da crise económica. O Executivo actual, tudo realiza para um profundo acto de difamação da imagem de Isabel dos Santos. De lembrar que, os resultados da investigação feita pelos jornalistas pagos como os dólares advindos dos cofres de Estado foram divulgados em mais de 40 Países.

Não vos deixei enganar, este trabalho, foi um árduo trabalho cujo único foco pousou na pessoa de Isabel dos Santos, e, não na vontade de combater a corrupção em Angola. De lembrar que, Manuel Vicente, o conselheiro de João Lourenço, é o pior corrupto angolano. Um mafioso excessivamente perigoso, que roubou – nos tudo, o nosso futuro, e tudo que nos restava de felicidade, apoderou – se do que era de todos.

Este trabalho terá sido desenvolvido não com intuito de desmascarar a corrupção, mas, antes pelo contrário, com o intuito de expor toda verdade da Engenheira Isabel dos Santos e desacreditá – la no panorama internacional. Foram utilizados órgãos de informação e hackers para que tal informação completamente secreta pousasse nas mãos dos jornalistas estrangeiros pagos por Manuel Vicente.

Tal programa de assassinato de carácter, que visou somente difamar e sujar a imagem de Isabel dos Santos passou à chamar – se de “Luanda Leaks” — foi coordenado pelo Consórcio Internacional de Jornalismo de Investigação (ICIJ). O Consórcio Internacional de Jornalismo, uma bomba atómica fabricada por Manuel Vicente, soube trazer ao público um acervo de mais de 715 mil ficheiros secretos, da pessoa da Eng. Isabel dos Santos, um acto que visa desacreditar, expor, humilhar e acima de tudo assassinar o carácter da engenheira que já provou perante o mundo e África que há pouca marca do seu tipo.

Manuel Vicente o Engenheiro formado em electricidade sob favor de Eduardo dos Santos, converteu – se num verdadeiro desleal ao seu tio social Dos Santos. Vicente, esqueceu – se que, Dos Santos facultou – lhe vida, transmitiu – lhe formação, deu – lhe tudo, quando ainda era jovem, até inclusive emprego deu – lhe. Toda riqueza quanto hoje colheu sob acto de corrupção, lavagem de dinheiro, branqueamento de capitais, etc, etc, transformando – se no angolano mais beneficiado das riquezas que o País tem, só foi possível graças ao favor realizado por Dos Santos que o terá permitido chegar ao grau de PCA da Sonangol, tendo transformado a Sonangol em sua própria casa. Manuel Vicente, hoje, fez – se homem mais rico de Angola. É mais rico que qualquer um que cá existe, bem como, mais rico que o próprio País.

Vicente, entrará na história nacional, por se tornar no primeiro cientista angolano a fabricar uma bomba atómica que conseguiu desmoronar um império de dimensão imensurável construído durante décadas. O império construído com imenso sacrifício, análise profunda e reflexões vestidas de excessivos engajos, só precisou de pouquíssimas horas para que pudesse sentir os seus alicerces à desabarem para a terra.

Manuel Vicente foi tratado ao longo de décadas por sobrinho por Eduardo dos Santos, era em casa de Dos Santos, onde Vicente viu desenhada a sua trajectória no passado. Para a mãe de José Eduardo dos Santos, Manuel Vicente era um filho, recebido em casa como o próprio Eduardo dos Santos. Eduardo dos Santos ter – se – á dedicado na criação do passado de Manuel Vicente, como um verdadeiro sobrinho, embora entre ambos não pesa nenhum laço consanguíneo. Tudo, quanto hoje é Vicente, foi fruto de uma projecção que teve como mentor a pessoa do engenheiro de petróleos formado em Baku.

É útil pensar a acção e o pensamento de perseguição de Vicente e João Lourenço contra a figura de Isabel dos Santos à luz de críticas que saibam trazer à tona as verdades escondidas por detrás de um plano macabro que visa matar a imagem de uma empresária genial e de sucesso no panorama internacional e nacional. Será importante, distinguir a caça – as – bruxas, como instrumento proposto por João Lourenço enquanto meio da política angolana, da acção concreta e obscura que visa resgatar uma imagem arruinada pela corrupção, que realizou – se à título individual e colectivo.

Não é nem mera conscidência nem coisa parecida que tal notícia tenha de ser divulgada em muitas televisões do mundo, ao mesmo tempo, contam – se televisões como BBC, CNN, Al Jazeera, France TV, TV5, SABC, SIC, RTP, Italy TV, etc… Todas, mas todas, tendo como manchete da semana “Luanda Leaks”, é caso para dizer que os europeus tornaram – se excessivamente interessados por África à ponto de todos tomarem à dianteira uma missão visada no assassinato da imagem de uma única pessoa?

Meus caros amigos, eles não amam África, aliás, nunca amarão, e jamais amaram África, eles fazem isso porque João Lourenço e Manuel Vicente os pagaram para tal acto, desde logo, foram contratados com tal intuito: “fazer uma campanha mundial de assassinato de carácter de Isabel dos Santos”. O dinheiro fala diversas línguas e é a única criatura que não é racista.

Mas, não nos esqueçamos que, apesar do Estado angolano ter gasto mais de 4 milhões de dólares, somente no âmbito do assassinato do carácter de uma única pessoa, tal não salvará nunca a vida do MPLA, antes pelo contrário, terá um feedback negativo sobre as estruturas do Partido. Ninguém entre as altas figuras do MPLA se isentará da corrupção. Se, for uma justiça séria e plena, até Vossa Excelência Senhor Presidente General João Lourenço, Sua Excelência Sr. Presidente da Assembleia Nacional Comissário Fernando da Piedade Dias dos Santos (Nando), Sua Excelência Senhor General Fernando Garcia Miala, Sua Excelência Senhor Procurador Geral da República General Pitta Grós, Sua Excelência Sr. Deputado à Assembleia Nacional Eng. Manuel Vicente, etc, etc, os ditos DDT (Donos Disso Tudo) e super – poderosos no âmbito nacional, aos nossos dias, caso haja justiça de facto, verão a justiça à coçar – lhes a orelha.

Não nos esqueçamos, que, se houvesse uma justiça total todas as altas figuras do MPLA estariam completamente armadilhadas pela justiça. Os pilares do MPLA desmoronariam por completo. Desde logo, essa luta contra corrupção, é de extrema falsidade, selectiva, visa apenas atacar à alguns, enquanto isso, outros permanecem intocáveis, por serem próximos de João Lourenço.

Bem – haja!

João Hungulo: mestre em filosofia política e pesquisador social e político.

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