Domingo, 21 de Abril de 2024
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Impossibilidade de alteração da Constituição, conjugada com norma estatutária que impõe o presidente do partido como o candidato a Presidente da República, coloca João Lourenço em situação de inelegibilidade na reunião magna dos camaradas que antecede a disputa eleitoral de 2027. Constitucionalistas, politólogos e sociólogos validam interpretação do Valor Económico sobre o artigo 120º dos estatutos vigentes do MPLA.

Numa "visita histórica" a Angola, o secretário da Defesa norte-americano, Lloyd Austin, disse que o continente precisa de líderes civis que respeitem os direitos humanos em vez de "estranhos que tentam tomar" o controlo.

O projeto político PRA-JA Servir Angola, de Abel Chivukuvuku, anunciou um “recurso de agravo” depois de ter recebido a decisão do Tribunal Constitucional angolano que rejeitou rever o acórdão que inviabiliza a legalização do partido.

Várias ossadas alegadamente de algumas figuras de proa do então braço armado da UNITA, as FALA, foram encontradas recentemente, no Luando, Iocalidade do Tchanji, município do Cuemba, província do Bié.

Angola está transformada “numa casa sem pai”, um ano após a reeleição de João Lourenço, queixam-se os angolanos que lamentam ter sido “descartados” após as eleições de 2022 e criticam a “inoperância” do Presidente na resolução dos problemas.

O grupo parlamentar do MPLA, partido no poder, reafirmou hoje “o seu incondicional apoio” ao seu líder, garantindo “alto e em bom som” que não haverá destituição do Presidente da República, João Lourenço.

A plenária desta segunda-feira foi marcada por alguma tensão, com o MPLA a acusar a UNITA de ser responsável pela crispação política que o País vive, com a instigação da população a acções de desobediência, o "Galo negro" respondeu que "destituir o Presidente da República não é humilhação, mas um acto democrático", e a líder do Partido Humanista, Bela Malaquias a desafiar a UNITA a reconhecer "os erros cometidos na Jamba, onde foram queimadas vivas muitas pessoas".

O Presidente angolano rescindiu os contratos com as empresas Quenda e Cipro que iriam fornecer equipamentos e construir um centro de formação aeronáutico no Novo Aeroporto Internacional de Luanda (NAIL) por falta de condições.

A UNITA, o maior partido na oposição em Angola — que na passada quarta-feira, 19, anunciou a pretensão de espoletar um expediente para destituir o Presidente João Lourenço — já encontrou um ‘caminho alternativo’ para contornar um eventual ‘chumbo liminar’ de Carolina Cerqueira.

O Presidente João Lourenço vai ser o primeiro Presidente da República na história recente e política de Angola a enfrentar um processo de impeachment, isto é, de destituição do cargo que ocupa desde Setembro de 2017. A agravar tal facto está ainda o imperativo constitucional e legal de que a votação para o efeito deve ser feita de forma secreta e não por aclamação (mão no ar).

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