Sábado, 18 de Mai de 2024
Follow Us
Destaques

Destaques (179)

A UNITA, o maior partido na oposição em Angola — que na passada quarta-feira, 19, anunciou a pretensão de espoletar um expediente para destituir o Presidente João Lourenço — já encontrou um ‘caminho alternativo’ para contornar um eventual ‘chumbo liminar’ de Carolina Cerqueira.

O Presidente João Lourenço vai ser o primeiro Presidente da República na história recente e política de Angola a enfrentar um processo de impeachment, isto é, de destituição do cargo que ocupa desde Setembro de 2017. A agravar tal facto está ainda o imperativo constitucional e legal de que a votação para o efeito deve ser feita de forma secreta e não por aclamação (mão no ar).

O Grupo Parlamentar da UNITA (GPU) apresentou hoje uma iniciativa de acusação e destituição do Presidente angolano, João Lourenço, por alegadamente ter subvertido o processo democrático no país e consolidar um regime autoritário que atenta contra a paz.

A UNITA, maior partido da oposição angolana, disse hoje que a crise económica de Angola tem "natureza política", ligando-a às eleições de 2022, nas quais, acusou, "o regime do MPLA" fez uso do tesouro do Estado "como sua propriedade privada".

O Governo angolano anunciou um corte nas despesas do Estado relacionados com obras, carros e viagens ao exterior para evitar derrapagem orçamental até final do ano na ordem de 10 mil milhões de dólares (8,9 mil milhões de euros).

O membro do Conselho de Honra do Presidente do MPLA, Julião Mateus Paulo “Dino Matross” aconselha João Lourenço a não concorrer a um terceiro mandato.

O grupo parlamentar do MPLA, partido do poder em Angola, manifestou hoje preocupação com o "evoluir de ações violentas", resultantes de manifestações e reuniões, que se cifra em mais 22% comparativamente ao ano passado.

O Presidente da República, João Lourenço, nomeou, esta sexta-feira, em Luanda, Sebastião Domingos Gunza ao cargo de Juiz Conselheiro Presidente do Tribunal de Contas.

O Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ) de Angola nomeou Carlos Cavuquila, condenado num processo envolvendo fundos públicos, como juiz conselheiro do Tribunal Supremo, segundo uma resolução publicada em Diário da República.

Sem dólares, sem euros e, praticamente, sem clientes devido à escassez de divisas, “kinguilas” em Luanda, como são conhecidos os negociantes de dinheiro no mercado informal angolano, estão a viver “dias difíceis” para suportar as despesas domésticas.

Página 4 de 13