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Quarta, 23 Outubro 2019 12:40

Activistas acusam a "secreta angolana" de perseguições

As diversas manifestações anti-governo que ocorreram em Angola em 2011 e no início de 2012, levaram em diferentes ocasiões as forças de segurança violentamente interromperem os protestos e vários jovens eram detidos e ameaçados muitos chegaram mesmo a serem mortos.

Oito anos depois em Angola o clima não é diferente. Várias manifestações em Luanda e noutras partes do país tem sido reprimidas e seus actores presos.

No início deste mês o porta-voz do ministério angolano do Interior, Valdemar José, afirmou que os serviços de inteligência angolanas estão atentos às manifestações previstas em Angola.

A Governação de João Lourenço substituto de José Eduardo dos Santos em 2017 não trouxe mudanças neste capítulo.

Tal como no passado jovens activistas tem recebido cartas de conteúdos ameaçadores. O caso mais recente é de Geraldo Dala activista e promotor de marcha contra desemprego que se encontra em situação de perigo iminente, perseguido pela Segurança de Estado e pela Polícia Nacional.

Dala é também professor e teme pela sua vida. O activista teve que abandonar a sua residência por ter frequentemente sido vigiado pelos Serviços de Segurança do Estado.

SINSE persegue igualmente jovens como Hitler Samussuku, 27 de Maio, Viriato da Cruz e muitos outros que foram detidos recentemente.

Segundo fontes estas perseguições vem sendo feitas a mando do general Fernando Garcia Miala, Chefe do Serviço de Inteligência e Segurança de Estado (SINSE).

No passado activistas como 17, Cassule e Kamulingue, Hilberto Ganga e muitos outros foram vítimas de perseguições. O Decreto

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