Quinta, 09 de Abril de 2026
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Os analistas da Economist Intelligence Unit consideraram hoje que é provável que Angola recomece a somar atrasos nos pagamentos do Estado e das empresas públicas ao sector privado por causa da desvalorização da moeda nacional, o kwanza.

A nova imagem corporativa do ex-Banco Espírito Santo Angola (BESA) vai chegar a todos os balcões do país até ao mês de julho, oito meses depois do fim daquela instituição, que agora dá lugar, visualmente, ao Banco Económico.

A empresa nacional de diamantes angolana (Endiama) exige ao Estado português e a duas empresas públicas nacionais uma indemnização de seis bilhões de dólares, no diferendo que opõe a concessionária angolana à portuguesa SPE.

Desde 2003 que Pequim concedeu empréstimos financeiros a Luanda no valor 17,7 mil milhões de euros. China recebe metade da produção diária de petróleo angolano.

O Estado angolano, através da empresa pública Sonangol, pode estar em risco de perder cerca de 300 milhões de euros investidos na atividade petrolífera no Iraque, face ao alerta da autoria independente às contas daquela estatal.

O Banco Nacional de Angola aumentou na última semana o volume da venda de divisas à banca comercial angolana em mais de 134%, para 936 milhões de dólares (840 milhões de euros).

A moeda angolana ultrapassou a barreira dos 120 kwanzas por cada dólar norte-americano na compra aos balcões dos bancos comerciais, refletindo a desvalorização de seis por cento entre quinta e sexta-feira, decidida pelo Banco Nacional de Angola (BNA).

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