As autoridades tradicionais do município do Nzeto (Zaire) solicitaram ao Comando Geral da Polícia Nacional a reposição dos postos de controlo removidos ao longo das vias que ligam a Luanda.
Certamente que a questão fulcral consta em pagar o mal cometido pelos seus próximos no passado, quando se fala reconciliação nacional em Angola, parece uma encenação, um verdadeiro filme de desenhos animados, porque as palavras, estão muito longe da acção.
O apelo ao investimento estrangeiro em Angola é dos aspetos patentes nos discursos do Presidente da República, João Lourenço, desde que tomou posse – mas, pelos vistos, há quem esteja a agir em sentido contrário, em vez de facilitar o processo, de acordo com o director para África e Medio Oriente para Organizações Regionais do Ministério das Relações Exteriores, Afonso Eduardo.
Os preços do petróleo subiram nos mercados globais depois que uma onda de ataques com drones no fim de semana limitou à metade a produção de petróleo da Arábia Saudita.
Adeptos do Petro de Luanda presentes no jogo de sábado, em que os petrolíferos empataram sem golos com o Kampala City, do Uganda, no Estádio 11 de novembro, em Luanda, exigiram a demissão do presidente de direção, Tomás Faria.
A Reforma do Estado deve fazer o corte de alguns ministérios e criar menos burocracia na Administração Pública, defendeu o presidente da Associação Industrial de Angola (AIA).
O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, apresentou ontem desculpas pela violência contra estrangeiros que eclodiu no país, garantindo que os seus compatriotas "não são xenófobos".
Um grande novo fantasma devasta o governo da Nova Angola: transformando a antiga casa numa casa conspurcada, e, lançando – a todas as culpas do passado. Mesmo que seja a mesma casa onde ocorreu a farra de todos os actos, em que nutriram-se, e deliciaram-se.
O Tribunal de Comarca de Benguela auscultou esta sexta-feira os membros da associação OMUNGA e a sociedade civil que interpuseram, em Maio passado, uma providência cautelar na sala do Cível para a suspensão das obras da fábrica de fertilizantes do bairro da Graça.
O Estado angolano anunciou, em comunicado, que vai diminuir o número de pacientes e acompanhantes no exterior, devido à atual crise financeira que o país vive e pela falta de verbas disponíveis.