O Ministério Público angolano tem dado prioridade aos contextos da produção de juízos jurídicos contra todos os entes jurídicos envolvidos no consulado de Eduardo dos Santos, esquecendo – se, totalmente, do curso das questões hodiernas.
A administração do Cazenga, em Luanda, propôs a rescisão de contrato com a ELISAL, por incapacidade desta manter a limpeza e o saneamento da circunscrição.
A petrolífera estatal angolana, Sonangol, a italiana ENI e a francesa TOTAL foram as empresas que apresentaram propostas para a exploração das bacias marítimas do Namibe e de Benguela.
O presidente cessante da UNITA, Isaías Samakuva, disse hoje que o MPLA, partido que governa Angola há quatro décadas, está em "fim de ciclo" num discurso marcado por duras críticas ao ex-Presidente José Eduardo dos Santos.
A exploração de madeira foi suspensa na província do Cuando Cubango, devido ao descontrolo da atividade naquela região do sudeste de Angola, anunciou o governo provincial.
A UNITA, principal partido da oposição angolana, inicia hoje o seu XIII congresso ordinário onde será eleito novo líder, o terceiro, depois do fundador Jonas Savimbi e do atual presidente, Isaías Samakuva, que sai ao fim de 16 anos.
Uma missão de investidores sul-africanos visita Angola no início de dezembro para avaliar o potencial de investimentos agropecuários em zonas agrárias remotas das províncias de Malange, Bié e Cuando Cubango, informou a embaixada angolana em Pretória.
O Presidente angolano foi recebido pelo Papa Francisco esta terça-feira, no Vaticano. João Lourenço diz que "ninguém persegue minorias em Angola" e o Estado "deve promover a harmonia entre as religiões".
O antigo chefe dos Serviços de Segurança Militar de Angola, o General António José Maria é acusado de crime de extravio de documentos secretos, mas na verdade, já afloramos em variados artigos de opinião que esses documentos não são secretos, aliás, já foram apresentados em inúmeras actividades do Partido (MPLA), do Estado angolano e até no forum internacional, na África do Sul.
A mensagem sobre o Estado da Nação constitui um imperativo legal previsto no artigo 118.º da Constituição da República de Angola, devendo ser dirigida ao País na abertura do ano parlamentar, na Assembleia Nacional, perante os 220 Deputados eleitos pelo povo.