Angola registou as duas primeiras mortes de pessoas infetadas com o vírus da covid-19 e o número de casos positivos subiu para sete, anunciou hoje a ministra da Saúde, Silvia Lutucuta.
Assim que o Presidente da República decretou Estado de emergência no passado dia 25 de março entrado em vigor no dia 27 do mesmo mês, com o objectivo de combater o coronavírus, o governo anunciou que a partir de maio passará a dar 8.500 kwanzas nas famílias pobres.
Com a COVID – 19, o MPLA deve abandonar a guerra e optar pela paz interna e pela reconciliação do Partido, caso o MPLA persista em guerrear consigo próprio será vítima do seu próprio fracasso.
Vou pedir ao leitor que me siga em uma experiência mental sobre como seria gerir uma crise política e sanitária em Angola em 2020, qualquer semelhança com a realidade sendo mera uma coincidência.
O responsável da Organização Mundial de Saúde (OMS) em Angola, Javier Aramburu, considera que o estado de emergência declarado pelo país "é uma medida adequada", realçando que a contenção permite melhorar a preparação para o combate à Covid-19
Analistas angolanos consideram que o Estado de Emergência decretado pelo Presidente de Angola, João Lourenço, é a única forma de se evitar a propagação da COVID-19, mas chamam atenção para o impacto social e económico da medida sobre os cidadãos.
As amostras do cidadão angolano que faleceu, este sábado, na clínica Girassol, estão em processamento laboratorial, para se apurar a real causa da morte, informou hoje a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta.
As Forças Armadas Angolanas determinaram hoje que militares e polícias intensifiquem os patrulhamentos nos centros urbanos e suburbanos, "com vista à recolha do pessoal e viaturas militares e civis" que transgridam o estado de emergência.
A companhia portuguesa euroAtlantic airways (EAA) está a preparar para domingo um segundo voo para transportar cidadãos portugueses entre Angola e Portugal, segundo uma nota enviada à Lusa pela empresa.
O executivo angolano diminuiu o número de ministérios e vai reorganizar a administração pública para adequar a estrutura do Estado à redução orgânica, de modo a fazer face à crise orçamental.