O presidente do Banco Mundial, David Malpass, disse hoje que espera que os credores privados encontrem um mecanismo para aliviar o peso da dívida, em termos comparáveis à iniciativa do G20, cujo maior beneficiário é Angola.
O julgamento do chamado caso '500 milhões', que envolve o filho do ex-presidente angolano e ex-presidente do Fundo Soberano de Angola, "Zenu" dos Santos, e um antigo governador do Banco Nacional de Angola (BNA), vai ser reiniciado na terça-feira.
O País volta a reabrir espaço aéreo a partir de 30 de Junho, mas a autorização de viagem só é permitida após a realização de um teste contra a Covid-19. Por enquanto, apenas uma clínica privada dispõe do teste a um preço de 185 mil kwanzas.
A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola repudiou o que disse ser “ataques xenófobos” por alegados ex-pastores da instituição, que na segunda-feira invadiram dezenas de templos, e pediu a intervenção das autoridades.
Nesse momento, depois da conclusão do inquérito, o processo foi já remetido para a Direcção Nacional de Prevenção e Combate à Corrupção para o cumprimento de outras formalidades que poderão resultar em processo criminal, caso haja indícios de cometimento de crimes
O MPLA repudiou, com veemência, esta terça-feira, o jornal "Folha 8", pela publicação de um texto em que associa o então Presidente de Angola, António Agostinho Neto, às figuras consideradas defensoras da escravatura.
O Sindicato Nacional dos Médicos de Angola (SINMEA) acusou hoje a ministra de Saúde de promover “tortura psicológica” contra estes profissionais nos concursos e reiterou que está em preparação “uma mega manifestação” reclamando a integração de todos os médicos.
Não se percebe porque é que, em pouco mais de quatro décadas de independência, Angola continua atolada nos entulhos da velha herança do 27 de Maio de 1977, onde variadas famílias morreram vítimas de um fraccionismo nefasto.
Adiado no mês passado, julgamento na província do Uíge começou nesta segunda-feira (22.06). Jorge Kisseque é conhecido por fazer denúncias de má gestão e organizar manifestações contra manobras alegadamente corruptas.
A ministra da Saúde afirmou hoje que as viagens para Angola vão ser feitas "por etapas" para "proteger o país" e admitiu que a cerca sanitária de Luanda vai manter-se face ao aumento dos casos de covid-19.