O Bureau Político do MPLA reúne-se na terça-feira sob a direção do presidente do partido e chefe do executivo angolano, João Lourenço, para analisar temas internos, bem como as implicações da calamidade pública declarada em Angola por causa da covid-19.
O governador deu a conhecer que, no conjunto, os carros valeram uma média não superior a 35 milhões de kwanzas por cada viatura e já constituem património da província desde Novembro do ano passado
Dos 4.351 animais que vieram daquele país, 9% já morreram. Ainda no centro de quarentena foram detectados os primeiros sinais da doença, foram enviadas 228 amostras para um laboratório na Namíbia e 57 deram positivo no teste de PPCB - Pleuropneumonia. Mas o acordo mantém-se.
O antigo chefe da diplomacia angolana Georges Chikoti afirma-se seguro de que o Governo de Angola sabe como lidar com as tensões em Cabinda, rejeitando que estas possam prejudicar a imagem do país como promotor de paz na região.
Os seus advogados prometem interpor recurso amanhã, Segunda-feira, 29, por discordarem do Despacho de Rejeição Liminar da juíza da causa. Advogado diz que juiza decidiu com base em algo que não consta nos autos
O tão mediatizado caso “500 milhões de dólares do BNA”, em julgamento na Câmara Criminal do Tribunal Supremo, em Luanda, no qual são réus José Filomeno dos Santos “Zenu”, filho do ex-Presidente da República, Valter Filipe, ex-governador do Banco Central, Jorge Gaudens e António Manuel está na recta final.
Está reduzir-lhe numa espécie de Cazumbi perdido na escuridão. Quem como ele, que mesmo sem ser forçado nem lhe terem apontado uma pistola á cabeça para desencadear um combate.
Recentemente o MPLA emitiu um repúdio com veemência, contra o jornal “Folha 8”, pela publicação de um texto em que associava – se a figura de Neto às figuras consideradas defensoras da escravatura.
Angola registou, este domingo, oito novos casos positivos de Covid-19, dos quais um óbito, anunciou o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda.
O especialista em defesa e segurança, Luís Brás Bernardino, considera que o conflito de Cabinda é “um problema essencialmente africano” e que Portugal não se deve envolver, pois seria difícil manter a neutralidade.