A sociedade angolana está perplexa com o silêncio da Procuradoria-Geral da República, em relação a José Pedro de Morais, ex Ministro das Finanças e governador do Banco Nacional de Angola.
No chamado caso dos 500 milhões, acusação pediu ainda uma pena de pelo menos dez anos para o antigo governador do Banco Nacional de Angola, Valter Filipe.
O Presidente do MPLA, João Lourenço, criticou hoje os discursos políticos baseados "na mentira" e no "insulto verbal" afirmando que existe hoje um vasto "leque de oportunidades de diálogo" para os líderes partidários se exprimirem.
O comandante da Polícia Nacional no bairro da Boa Fé, município de Viana, Manuel Luenda, foi alvejado mortalmente segunda-feira durante um enfrentamento com marginais.
O presidente do MPLA, João Lourenço, destacou hoje os esforços dos últimos dois anos no combate à corrupção em Angola e sublinhou que o partido "está proibido de passar mensagens erradas" sobre este assunto.
As embaixadas e os consulados angolanos são os únicos no Mundo em que o próprio cidadão pode estar em problemas ou em situações complexas, nem sequer mostram solidariedade ou amabilidade em ajudar, se for possível entregarem-te às autoridades daquele País entregam-te em vez de protegerem-te, porque não existe inclusão, conciliação e patriotismo entre nós, ainda nós olhamos como “inimigos”, com desconfiança e medo.
A empresária angolana Isabel dos Santos e seu marido Sindika Dokolo continuam a reclamar inocência no processo que levou ao arresto dos seus bens pelo Tribunal Provincial de Luanda a 30 de dezembro de 2019.
O secretário-geral do Governo Provincial do Cuanza Sul, Carlos Henriques, voltou a ser detido, esta segunda-feira, pelos órgãos de investigação criminal, por violação das medidas de liberdade condicional impostas há 20 dias.
O Tribunal Supremo de Angola deu razão parcial ao recurso apresentado pela defesa do general Bento "Kangamba", revogando medidas de coação, entendendo que não tentou fugir à Justiça, segundo decisão à qual a Lusa teve hoje acesso.
O jurista angolano Inglês Pinto, defendeu em Luanda a necessidade de se criar na sociedade angolana, a cultura de se dizer não ao cumprimento de ordens superiores que violem grosseiramente a lei e põem em causa direitos fundamentais.