O Fundo Monetário Internacional (FMI) não vê necessidade de um apoio financeiro a Angola, devido à quebra na cotação do barril do petróleo, mas adverte que, para ultrapassar as dificuldades, é necessária uma distribuição dos sacrifícios.
O Instituto de Fundos Soberanos atribuiu ao Fundo Soberano de Angola (FSDEA) oito pontos em dez possíveis, tornando-o no segundo mais transparente em África, a seguir à Nigéria, e nos melhores 30 dos cerca de 80 analisados.
A Economist Intelligence Unit (EIU) desceu a previsão de crescimento da economia angolana para 3,4 por cento "devido aos preços baixos do petróleo" e considerou que se o panorama se mantiver, Angola pode ter de recorrer ao Diabo de FMI para criar mais impostos, acabar com subsídios à gasolina e criar mais miséria ao seu povo.