O antigo primeiro-ministro de Angola, Marcolino Moco, manifestou-se hoje publicamente, na sua página do Facebook, em solidariedade com os cidadãos que considera estarem a ser “vergonhosamente perseguidos por generais ‘Mialas’”, incluindo ele próprio. A declaração surge também como homenagem à luta do jornalista e dirigente sindical Teixeira Cândido, a quem reconhece coragem e firmeza na defesa das liberdades fundamentais em Angola.
As declarações do presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, sobre a necessidade de um “Pacto de Transição” para as eleições gerais de 2027 continuam a marcar a agenda política doméstica. A proposta, apresentada como um mecanismo de prevenção de instabilidade pré e pós-eleitoral, gerou diferentes reacções entre o MPLA, partidos da oposição, juristas e actores da sociedade civil.
Uma alegada sondagem de opinião, atribuída a uma empresa brasileira ligada a círculos próximos da Presidência da República, estará a gerar tensão no interior do Palácio Presidencial, segundo fontes do Imparcial Press, ao indicar níveis muito baixos de aceitação popular do Presidente João Lourenço e do MPLA, em contraste com uma suposta elevada popularidade do general Francisco Higino Lopes Carneiro.
Em ano pré-eleitoral, a corrida inédita ao secretariado-geral da OMA ficou marcada pela renúncia inesperada de Graciete Sungua, levantando suspeitas de interferência política e críticas à democracia interna do MPLA.
As eleições ao cargo de Secretária-Geral da OMA, braço feminino do MPLA, o membro do Comité Central do partido, Bento Kangamba, esclarece que é normal existir desistência e ficar apenas uma candidata na corrida caldeirão máximo da organização.