A UNITA (oposição) pediu hoje a suspensão imediata da subida do preço do gasóleo em Angola, considerando que a medida terá reflexos negativos na vida das famílias e empresas e demonstra o "descaso do executivo" com o povo.
A seleção angolana de futebol, orientada pelo português Pedro Gonçalves, perdeu hoje diante de Cabo Verde por 2-1 e complicou o apuramento para o Mundial2026, em jogo da sexta jornada do Grupo D africano de qualificação.
O Ministério Público rejeitou hoje o pedido de absolvição apresentado pela defesa dos generais angolanos “Kopelipa” e “Dino” invocando a lei da amnistia, por considerar que se trata de “um equívoco para ludibriar o tribunal”.
Surpreendidos com o aumento do preço do gasóleo, angolanos ouvidos hoje pela Lusa lamentam a medida governamental, que descrevem como "uma facada no estômago do cidadão" que "geme de fome" e volta a sofrer com a escalada dos preços.
O ex-candidato presidencial Venâncio Mondlane anunciou um acordo com o Presidente moçambicano para cessar a violência a partir de hoje, inclusive contra polícia e membros do partido Frelimo, e garantias de assistência médica aos feridos durante protestos.
Líderes associativos angolanos consideraram hoje que a subida de 50% do preço do gasóleo foi uma “alteração expressiva” que vai afetar sobretudo o consumidor final, devido ao aumento dos custos de produção.
O líder rebelde que mantém um violento conflito armado no leste da República Democrática do Congo garantiu que as sanções internacionais e o acordo sobre minerais proposto por Kinshasa aos EUA, em busca da paz, não param os combates.
O economista angolano Francisco Paulo disse hoje que a subida do gasóleo deve ter impacto no nível geral de preços no país e defendeu que o Governo deveria gerir melhor o ajuste do preço dos combustíveis.
A UNITA defendeu hoje uma "paz democrática", cujos termos devem ser discutidos em sede da Assembleia Nacional (parlamento), para a região de Cabinda, a província angolana que vive uma "guerrilha conduzida pela FLEC".
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) apresentou, hoje (segunda-feira), na sua Direcção Geral, em Cacuaco, um grupo de três angolanos acusados de rapto de um libanês, cuja liberdade estava condicionada a uma exigência de dois milhões de kwanzas.