Sexta, 09 de Dezembro de 2022
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O Tribunal Constitucional (TC) de Angola anulou o XIII Congresso da UNITA, em que foi eleito o atual presidente, Adalberto da Costa Júnior, invocando a violação da Constituição, devendo o partido manter a anterior direção liderada por Isaías Samakuva.

Dono da Angoskimas reconhece ter havido um erro "exorbitante" nos cálculos da dívida que a sua empresa exigia ao governo do Cuando-Cubango. José Maria Zeferino assegura que a empresa existe há 35 anos e é bem conhecida por dirigentes do topo.

Os líderes da UNITA, maior partido da oposição angolana, Bloco Democrático e PRA-JÁ Servir Angola assinaram hoje os documentos que formalizam a criação de uma Frente Patriótica Unida para derrotar o MPLA nas eleições agendadas para 2022.

Nada menos que nove (9) políticos angolanos foram implicados nos Pandora Papers. Pelo menos oito países africanos aparecem no documento.

Quer defrontar João Lourenço nas eleições de 2022, que, alerta já, "estão a fazer tudo para manipular. De Portugal, veria como "positivo" um pedido de desculpa pela colonização.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) angolana abriu um inquérito para apurar a autenticidade de uma dívida de 439,5 mil milhões de kwanzas (731 milhões de dólares ) reclamada pela empresa Angoskima ao governo do Cuando Cubango.

O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, chamou hoje a atenção para supostas irregularidades que estão a ocorrer no registo e atualização eleitoral, com a introdução de documentos fora da lei para atribuir o cartão do munícipe.

O regresso do antigo Presidente a Angola abre caminho a uma reconciliação com o seu sucessor. Não vai ser fácil, mas tanto João Lourenço como José Eduardo dos Santos, por razões diferentes, precisam de selar os termos de um entendimento.

As dificuldades económicas e as divergências no seu próprio partido, o MPLA, são os principais problemas que o Presidente angolano João Lourenço vai enfrentar em 2022, ano em que Angola vai disputar eleições gerais.

O Presidente da República de Angola, João Lourenço, disse hoje nas Nações Unidas que a diferença entre países na administração das vacinas contra a covid-19 é "chocante" e defendeu a liberalização da sua produção e distribuição.

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