Sexta, 19 de Agosto de 2022
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O candidato do MPLA, João Lourenço, lançou hoje em Benguela o mais violento ataque ao líder da UNITA, Adalberto Costa Júnior, acusando-o, sem referir o seu nome, de estar a ser financiado a partir do exterior para defender uma agenda que alheia aos interesses dos angolanos sendo "uma boca de aluguer" de "interesses inconfessos".

"A decisão do juiz de instrução número 11 de Barcelona de entregar o corpo do antigo presidente angolano José Eduardo dos Santos à sua antiga mulher será sujeita a recurso" por uma das filhas de Zedu.

A UNITA, oposição angolana, disse hoje que está “segura na sua vitória inapelável” nas eleições, pedindo ao candidato do MPLA que “aceite os resultados eleitorais” e recusando qualquer possibilidade do regresso à guerra no país.

A oposição angolana disse hoje que o povo “vai afastar” o MPLA do poder nas eleições de 24 de agosto, desejando uma composição parlamentar “equilibrada”, enquanto o MPLA, no poder desde 1975, pede “razoabilidade” e acredita na renovação do mandato.

O líder da UNITA disse hoje que o fundador do partido, Jonas Savimbi, que morreu em combate em 2002, “também está na lista para votar”, voltando a denunciar a existência de “milhões de mortos” nos cadernos eleitorais.

Portador de uma dupla herança que é também um duplo desafio, Adalberto Costa Júnior, líder da UNITA e candidato à Presidência de Angola nas eleições de 24 de agosto, apresenta-se como um político jovem, hábil e de verbo fácil.

O líder do MPLA, João Lourenço, disse hoje que o seu partido vai “aceitar e respeitar” os resultados das eleições de 24 de agosto em Angola e exortou todos os concorrentes a fazerem o mesmo.

O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, lamentou hoje que o Presidente da República, João Lourenço, em plena campanha eleitoral, continue a assinar contratos e a fazer dívidas para "comprometer o futuro dos angolanos".

O presidente da CNE, Manuel Pereira da Silva, exortou esta terça-feira, em Luanda, na abertura da formação cívica eleitoral para magistrados do Ministério Público, a que os procuradores apliquem os mecanismos legais a todos os cidadãos eleitores que, após cumprirem o direito de voto, não regressarem a casa e permanecerem nas assembleias de voto.

O Partido Humanista de Angola (PHA) questionou hoje o “excesso” de boletins de voto em cada assembleia eleitoral, “100 boletins para 750 eleitores”, para as eleições gerais, e o “destino do excedente”, pedindo esclarecimentos à entidade eleitoral.

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