Quarta, 05 de Outubro de 2022
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Destaque (358)

A empresária Tchizé dos Santos, filha do ex-Presidente angolano José Eduardo dos Santos, ameaçou hoje manifestar-se defronte da embaixada angolana em Londres se continuar a ser alvo do que considera ser uma perseguição do Presidente de Angola.

O ativista Rafael Marques pede "uma terceira via" para Angola que congregue vários quadrantes da sociedade civil para despartidarizar o Estado e reforçar as instituições, condições essenciais ao desenvolvimento do país.

O ex-conselheiro do Presidente angolano Fernando Pacheco desvalorizou hoje o risco de um "banho de sangue" após as eleições, invocados pela oposição para não fazer ações de rua, mas criticou a presença de militares na rua.

O Bureau Político (BP) do MPLA pediu hoje ao povo para repudiar todas as acções que visem "alterar o sentimento expresso pelos angolanos nas urnas" numa resposta directa ao discurso feito pelo líder da UNITA na manifestação de Sábado, em Luanda.

O jurista e investigador da Universidade de Oxford Rui Verde considerou que o fim da imunidade do ex-vice-Presidente angolano Manuel Vicente, na terça-feira, é uma oportunidade para “Angola se afirmar como Estado de direito, ou não”.

Nesta caminhada tudo tem o seu momento. Este sábado é hora de enchermos a rua com a nossa alegria, as nossas músicas e orações, velhos e novos, vamos celebrar a soberania do Povo e honrar a democracia

Um ajustamento salarial de 6% a 14% para os órgãos de defesa e segurança, que vai ser aplicado a partir de outubro, foi hoje aprovado na primeira reunião do Conselho de Ministros de Angola.

O Presidente angolano, João Lourenço, indicou hoje 23 personalidades para integrar o Conselho da República, incluindo líderes políticos e religiosos, empresários e jornalistas, a maioria ligada ao MPLA e anteriormente nas funções de conselheiros.

A UNITA, oposição angolana, anunciou hoje que vai impugnar, junto do Tribunal Constitucional, a resolução que aprovou a eleição do segundo vice-presidente da Assembleia Nacional, indicado e “imposto” pelo MPLA, no poder, “por ser inconstitucional e não ter legitimidade”.

O presidente da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) afirmou hoje que nunca falou em fraude a propósito das eleições, mas sim de desvio às leis, e acusou os tribunais angolanos de fugirem à justiça.

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