O Presidente de Angola, João Lourenço, considerou hoje, em Luanda, que o país tem dado uma boa resposta à pandemia da covid-19, com a subida lenta quer do número de infetados quer de mortes.
Um memorando anónimo sustenta que a petrolífera continua a estar dominada por interesses pessoais e de grupos que são lesivos para o Estado e sugere uma “investigação dos competentes órgãos de inteligência e segurança” do país.
O ex-árbitro angolano de futebol, Manuel Francisco Kafecuça “Bigodão” vai candidatar-se à presidência da Associação Provincial de Futebol de Luanda (APFL), para o quadriénio 2020/2024.
O Presidente angolano, João Lourenço, criou um grupo de trabalho multissetorial para "atualizar e corrigir manuais escolares" dos I e II ciclos do ensino geral com o objetivo de "promover e melhorar o ensino e a aprendizagem".
O Banco Nacional de Angola (BNA) anunciou hoje que já utilizou quase 25% dos 100 mil milhões de kwanzas disponíveis para as empresas nacionais, através da compra de Obrigações do Tesouro, permitindo a injeção de liquidez.
Angola vai aderir à Iniciativa de Suspensão do Serviço da Dívida (DSSI) do G20, anunciou hoje o Ministério das Finanças angolano, argumentando que isso permitirá direcionar fundos para combater o impacto da covid-19.
Manuel Rabelais, antigo ministro da Comunicação Social, entregou a TV Palanca ao Ministério Público. O grupo Medianova, dos generais Dino e Kopelipa, também está numa situação de aflição financeira e poderá seguir um caminho idêntico.
Um despacho do Presidente angolano, João Lourenço, que determina a alienação das participações sociais de 8,5% da Sonangol Holdings e de 1,5% da Empresa Nacional de Diamantes de Angola no Banco Angolano de Investimentos (BAI), foi hoje publicado.
O secretário de Estado para a Saúde Pública angolano disse hoje que a Clínica Multiperfil, em Luanda, que se encontra sob cerca sanitária, continua a fazer hemodiálise, tendo sido já testados 150 pacientes com resultados negativos para covid-19.
A ex-secretária da Saúde da província angolana de Cabinda, Carlota Ngombe Tati, disse ter sido exonerada do cargo a seu pedido por não ter aceite colaborar com esquemas de corrupção e de desvios de bens destinados ao setor.