O presidente da República, João Lourenço, que falava durante a reunião do Comité Central do MPLA, em Luanda, nesta quinta-feira, 29, considerou entre outros assuntos que a UNITA, poderá ser culpada caso o país venham registar números escandalosos de infecção da Covid-19 nos próximos dias, após ter participado da manifestação de 24 de Outubro.
Morreu, aos 48 anos, Sindika Dokolo, o marido de Isabel dos Santos. O empresário e colecionador de arte nascido na atual República Democrática do Congo, em 1972, terá sido vítima de uma embolia pulmonar depois de ter estado a praticar mergulho com a família, de acordo com vários meios de comunicação social .
Metade dos cem manifestantes detidos no sábado em Luanda já foram ouvidos e três menores foram libertados, segundo um dos advogados do processo, que adiantou que o julgamento deve prosseguir na sexta-feira num local com melhores condições sanitárias.
O Presidente da República de Angola decretou na quarta-feira a nacionalização de 60% das participações sociais da Miramar Empreendimentos, uma das empresas investigadas pela justiça angolana, alegadamente ligada ao antigo presidente da Sonangol, Manuel Vicente.
A UNITA considera hoje "contraditório" o discurso do presidente do MPLA, João Lourenço, ao reiterar o direito à manifestação, na abertura da IV sessão ordinária do Comité Central do seu partido.
Íntegra do discurso proferido, esta quinta-feira, pelo Presidente do MPLA, João Lourenço, na abertura da IV sessão ordinária do Comité Central deste partido, realizada em Luanda.
O Presidente angolano, João Lourenço, lamentou hoje a detenção de jornalistas, como ocorreu sábado, quando procediam à cobertura de uma manifestação frustrada pela polícia, e que disse esperar que "não volte a acontecer".
O colégio presidencial da coligação CASA-CE, na oposição angolana, condenou hoje os atos de repressão e detenção de manifestantes que protestavam no sábado, em Luanda, lamentando as "duas mortes" que ocorreram e pedindo a "libertação incondicional" dos detidos.
A Associação Repórteres Sem Fronteiras (RSF) alertou hoje para o “preocupante declínio da liberdade de imprensa” em Angola, na sequência de prisões e agressões a jornalistas, durante uma manifestação no sábado em Luanda, considerando tratar-se de um “retrocesso preocupante”.
A Plataforma de Reflexão Angola (PRA), uma associação da diáspora angolana em Portugal, exige a libertação dos manifestantes detidos no passado sábado em Luanda e acusa o Governo de usar a covid-19 para “condicionar” a Constituição.