O Governo Provincial do Moxico (GPM), leste de Angola, demarcou-se hoje de qualquer incidente que venha ocorrer em zona de risco de minas, onde a UNITA (oposição) "insiste em realizar uma atividade", apesar de alertas das autoridades.
Os Estados Unidos iniciaram uma investigação às economias de 60 países, incluindo a União Europeia, Brasil e Angola, para determinar se tomaram “medidas suficientes” para prevenir a importação de bens produzidos com trabalho forçado.
O Comité Central do MPLA aprovou esta quinta-feira, em Luanda, resoluções sobre o preenchimento de vagas no seu Bureau Político (BP) com eleição dos militantes Ana Dias Lourenço e Manuel Mbangui.
O MPLA convocou, esta quinta-feira, o seu 9º Congresso Ordinário para os dias 9 e 10 de Dezembro deste ano no Centro de Conferências de Belas, em Luanda.
Segundo o porta-voz da CNE, Manuel Camaty, hoje designado para o cargo, a CNE lançou, no final do ano passado, dez concursos públicos para a contratação de bens e serviços para as eleições gerais do próximo ano.
Os preços do petróleo registaram uma forte subida de cerca de 9% nesta quinta-feira, com o barril a aproximar-se da fasquia dos 100 dólares, num contexto marcado pelo agravamento das tensões no Médio Oriente e pela crescente incerteza em torno da navegabilidade no Estreito de Ormuz.
O caso do processo “AGT”, que entra na sua fase final dentro de poucos dias, pode ganhar novos desenvolvimentos após o Ministério Público (MP) solicitar a abertura de um processo-crime contra o presidente do Conselho de Administração da Administração Geral Tributária (AGT), José Leiria, que depôs como testemunha no julgamento.
O presidente da UNITA disse hoje que o partido “está vivo” e que enfrentou os 60 anos de existência com muita responsabilidade e resiliência, destacando a maturidade das bases que garantem a “pujança” à organização.
O antigo primeiro-ministro de Angola, Marcolino Moco, defendeu a necessidade de o país aprofundar o processo de reconciliação nacional e promover um eventual “pacto de transição” política, num momento em que diferentes debates públicos voltam a levantar questões sobre o futuro da liderança do Estado e o funcionamento das instituições.
O presidente da UNITA acusou hoje o Governo angolano de transformar o sofrimento do povo numa estratégia política de governação e alertou que a pobreza extrema no leste do país alimenta um "cocktail' explosivo".