Advogado e procuradora entram em diálogo devido a peruca da integrante do Ministério Público.
A equipa de reportagem do RA foi impedida de continuar a fotografar e obrigada a apagar as imagens captadas nas proximidades do Tribunal.
O Governo angolano explicou às autoridades americanas e organizações de defesa dos direitos humanos em Washington o caso dos 17 activistas que estão a ser julgados em Luanda pelos crimes de rebelião e actos preparatórios doe golpe de Estado.
O Tribunal de Luanda agendou para 26 de novembro a leitura da sentença do caso de um jovem dirigente da oposição angolana supostamente morto a tiro por um militar da Unidade Guarda Presidencial (UGP), há precisamente dois anos.
O rapto de cidadãos estrangeiros continua a ser habitual em Angola, e os chineses parecem ser alvos preferenciais. De forma inédita, a diplomacia chinesa fez críticas públicas à ineficácia policial. E avisou que pode estar em causa a continuação de investimentos.
Diplomatas estrangeiros foram, outra vez, impedidos de assistir ao julgamento.
Os manifestantes da “Justiça sem pressão” chegaram ao Tribunal em autocarros da TCUL, têm segurança particular e foram escoltados pela Polícia Nacional.