As três centrais sindicais envolvidas na primeira fase de uma greve geral em Angola, criticaram hoje os descontos salariais feitos pelo Governo aos trabalhadores grevistas, ato que consideraram "um exercício de intolerância”.
O presidente da Associação Industrial de Angola (AIA) disse hoje que a nova Lei Geral do Trabalho (LGT), já em vigor, não vai facilitar a criação de emprego no país, “porque a economia não está boa”.
O Presidente da República entregou à Gemcorp, por ajuste directo, a gestão e a coordenação técnica das empreitadas de três lotes do projecto Quilonga Grande depois de revogar o contrato com a inglesa ASGC "por imperativo de interesse público", visto que "até à presente data, não se efectivou o financiamento" necessário à sua concretização.
Os financiamentos externos às Igrejas e ONGs nacionais e internacionais em Angola passam a ser controlados pela Unidade de Informação Financeira (UIF) para prevenir "acções suspeitas de branqueamentos de capitais e financiamento ao terrorismo".
Após três dias de greve à escala nacional da função pública angolana não há qualquer sinal que o governo esteja prestes a ceder às exigências dos sindicatos que dizem estar a lutar pelo resgate da dignidade social dos trabalhadores.
O consulado do Brasil em Angola está a interditar por cinco anos todos os requerentes de visto cujo pedido tenha sido recusado por suspeita de falsificação de documentos, não comprovativo de renda estável e prova de meio de subsistência insuficiente, soube o Novo Jornal junto da Embaixada do Brasil.
A ministra da Saúde, Silva Lutucuta, está ser acusada por funcionários do seu ministério de ter mandado atrasar propositadamente o salário do mês de Março dos trabalhadores do Ministério da Saúde (MINSA), que deveriam ter sido pagos na semana passada, para que sejam aplicados, ainda neste mês, descontos a todos os funcionários que aderiram à greve geral da função pública, soube o Novo Jornal.