A crise continuou a marcar o dia-a-dia da generalidade dos angolanos em 2017, embora a esperança de mudança e de mais oportunidades provocada pelo novo Governo seja a tónica dos discursos de fim de ano.
Marginais munidos de metralhadoras do tipo AKM assassinaram a tiro, em Luanda, num espaço de duas semanas e em locais diferentes, dois agentes de segunda classe, quando estavam no cumprimento da missão de manter a ordem e a tranquilidade públicas.
A Procuradoria-Geral da República anunciou a criação de uma “comissão de inquérito” para apurar a veracidade das denúncias apresentadas pelo jornalista Rafael Marques de Morais acerca dos fuzilamentos de jovens supostamente delinquentes.