Quinta, 11 de Agosto de 2022
Follow Us

Quarta, 01 Dezembro 2021 13:02

Defesa de Fernando Teixeira diz que seu constituinte nunca foi pastor da IURD

Os Advogados de defesa do Pastor e Ex-diretor da Record Tv, Fernandes Teixeira, declararam na terceira sessão do julgamento do caso IURD, no palácio Dona Ana Joaquina, em Luanda que o seu cliente em nenhum momento exerceu cargo de Pastor na Igreja Universal do Reino de Deus em Angola.

De acordo com a defesa, Fernando Teixeira terá se limitado apenas na gestão da televisão e que, estando na gerência da Record Tv, o arguido nunca teve tempo para tal, ou seja pastorear.

Uma fonte geralmente bem informada, disse que para contrariar e desmentir tal afirmação, membros da IURD ligados a reforma, divulgaram fotografias e vídeos onde é visto o "Pastor" Fernando Teixeira à frente dos Líderes da extinta FJU (Força Jovem Universal), ocorrido na vistosa Catedral do Alvalade em Luanda, onde durante anos exerceu tal papel até a nomeação dele para gestão da Record Tv.

Referiu que outro elemento que atesta e sentencia os Advogados de defesa do "Pastor" Fernandes Texeira, são os documentos divulgados pela TPA numa das edições do - Na Lente com Cabingano Manuel - onde foi exposto o visto de Missionário do arguido, Fernandes Texeira.

"Estes homens não têm medo nem vergonha de mentir, hoje chegamos a conclusão que nunca foram homens de Deus, sempre nos mentiram", comentou um cidadão à Revista ABC-Angola.

Refira-se que, as empresas do ramo de construção civil que actuam em Angola, nomeadamente, Teixeira Duarte e Soares da Costa, estão alegadamente entre as empresas usadas no repatriamento ilícito de capitais, de Angola para a República Federal do Brasil.

O julgamento do caso IURD, teve início a 18 de Novembro do ano em curso, dois anos depois dos escândalos terem se tornado públicos, em que são arguidos os Bispos Honorilton Gonçalves de nacionalidade Brasileira, Miguel António Ferraz, angolano e outros, que fazem o total de 5 arguidos para além de cerca de 100 declarantes.

Estes, são segundo alegações acusados nos crimes de associação criminosa, burla por defraudação, branquemento de capitais, violência doméstica e repatriamento ilícito de capitais.

Rate this item
(0 votes)