Terça, 15 de Setembro de 2026
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Isabel dos Santos acaba de tomar posse como presidente do conselho de administração da Sonangol EP, numa cerimónia realizada na sede da empresa e que contou com a presença dos Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Gestrude Costa, e dos ministros dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos, das Finanças, Armando Manuel, e  ministra do Ambiente, Fátima Jardim, bem como pelo governador do Banco Nacional de Angola (BNA) Válter Filipe.

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Luanda - O sociólogo angolano João Paulo Ganga declarou neste domingo que a nomeação do novo Conselho de Administração da SONANGOL EP., liderado por Isabel dos Santos, constitui uma medida de coragem do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, e uma estratégia de defesa do interesse nacional.

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Domingo, 05 Junho 2016 09:27

Laiz Eduardo teme extinção da FNLA

Laiz Eduardo, que ainda se identifica como assessor para a imprensa do presidente da FNLA, teme pela extinção do partido, caso Lucas Ngonda continue na liderança.

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Isabel dos Santos apontada como futura presidente de Angola

Presidente Eduardo dos Santos não confia em mais ninguém e está à procura de uma sucessão dinástica, afirmam especialistas ouvidos pela Bloomberg.

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A nomeação da empresária angolana Isabel dos Santos, filha do Presidente de Angola, para a administração da Sonangol "é absolutamente chocante" e constitui "um esquema" para manter o branqueamento de capitais, disse hoje a eurodeputada portuguesa Ana Gomes.

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A CASA-CE, segunda força da oposição angolana, acusou hoje o MPLA de ter "perdido a capacidade" para "colocar um travão aos excessos do seu presidente" com a escolha de Isabel dos Santos para liderar a petrolífera estatal Sonangol.

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A intenção de formalizar, até mesmo apertar, o controlo político que o Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, tradicionalmente exerce sobre o sector petrolífero, era evidente na reestruturação da Sonangol. Mas poucos acreditavam que o “chefe” pudesse ir longe ao ponto de nomear a sua filha, Isabel dos Santos, para a presidência da petrolífera estatal. Uma decisão que expõe o regime, já a experimentar adversidades económicas e sociais, a maiores críticas internas e externas.

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