As recentes movimentações diplomáticas em Angola, especialmente com a intensificação das relações com potências estrangeiras como os Estados Unidos e a União Europeia, levantam preocupações urgentes. Analisando os exemplos da Síria e de Moçambique, é impossível ignorar os riscos que Angola enfrenta ao ceder espaços estratégicos a interesses externos.
O coordenador-geral da comissão diretiva provisória do PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, disse hoje que, nas eleições de 2027, o partido, que terá o seu congresso constitutivo em 2025, será "Governo ou parte do Governo" do país.
As eleições autárquicas são uma das formas através das quais Angola pode fortalecer a sua democracia, segundo a responsável norte-americana para as relações com África, salientando que há uma relação entre "uma boa governação e uma boa economia".
O ativista Rafael Marques disse que Angola vai celebrar 50 anos de “mediocridade, falta de liberdade e opressão”, por entender que os angolanos, livres do colono português, estão a ser “neocolonizados pelos próprios irmãos”.
O coordenador do projecto político “Partido liberal”, Luís de Castro, confirmou a este jornal que o processo de legalização do partido foi já submetido ao tribunal Constitucional (TC) e que o grupo está ansioso pelo pronunciamento oficial. Segundo o jovem político, foram cumpridas com rigor todas as exigências legais.
O MPLA, partido que governa Angola desde 1975, vai realizar este sábado 07, uma marcha para celebrar 68 anos de existência.
A UNITA e o Bloco Democrático (BD), ambos na oposição, disseram estar desapontados com o facto de o Presidente dos Estados Unidos não se ter reunido com a Assembleia Nacional e os partidos políticos e optado por aceitar a “agenda”do Presidente João Lourenço e do MPLA.