A crise política na Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) parece ser ‘uma praga’ que nunca termina. Embora o partido receba, trimestralmente, do OGE 16 milhões Kz, os secretários municipais continuam a trabalhar debaixo de árvores e em condições precárias. O presidente mostra-se incapaz de dar resposta aos desafios.
O nacionalista Ngola Kabangu defendeu, domingo, em Mbanza Kongo, capital da província do Zaire, a necessidade dos principais actores políticos dialogarem mais, com vista a encontrarem novos caminhos que levem ao desenvolvimento de Angola, numa altura em que o país se prepara para a celebração dos 50 anos da Independência Nacional.
O general português Pedro Pezarat Correia considera que os três movimentos de libertação angolanos (MPLA, FNLA e UNITA) com que Portugal assinou o Acordo de Alvor, faz quarta-feira 50 anos, "não estavam de boa-fé" no processo negocial.
O Presidente angolano, João Lourenço, é recebido quinta-feira em Paris pelo seu homólogo francês, Emmanuel Macron, num encontro para reforçar as relações bilaterais e analisar "grandes questões regionais e internacionais", anunciou esta segunda-feira o Palácio do Eliseu.
Legalizado recentemente pelo Tribunal Constitucional, o partido político de Abel Chivukuvuku, PRA-JA Servir Angola, tem vindo a palmilhar as ruas da capital angolana, Luanda, conquistando a simpatia do povo, novos militantes e a divulgar as suas linhas de força.
A UNITA, maior partido da oposição angolana, disse hoje que os recorrentes surtos de cólera em Angola devem-se à “inversão gritante de prioridades em saúde”, investindo-se mais no sistema terciário que nos cuidados primários.
Adalberto Costa Júnior garantiu que, caso haja vários candidatos na corrida à presidência do partido, a UNITA vai aceitá-los. O número um do ‘galo negro’ desvaloriza, ainda, as informações supostamente “dilatórias contra FPU”.