O Presidente francês, Emmanuel Macron, saudou hoje o seu homólogo angolano pelo “papel estratégico” que tem tido na região, assinalando o seu empenho na estabilidade regional.
O jornalista e ativista Rafael Marques afirmou hoje que o Presidente angolano tem uma “visão redutora” sobre a “podridão” do sistema judicial do país, que diz estar "moribundo" e ser dirigido por “indivíduos com qualificações para chefiar associações criminosas”.
A UNITA defendeu, esta quinta-feira, a independência dos tribunais angolanos, por forma a assegurar um pleno funcionamento das instituições do Estado.
O embaixador de França em Angola, Daniel Vosgien disse hoje que a presença de empresários franceses, em Luanda, demonstra o “comprometimento” do seu país em aproveitar as oportunidades de investimentos, sobretudo nos setores agrícola e agroalimentar.
Angola vive hoje uma crise no sistema judicial nunca antes vista, pese embora o Presidente João Manuel Gonçalves Lourenço tenha dito na sua entrevista concedida à RFI que “é muito forte dizer que há uma crise institucional”.
Dois tribunais superiores sob investigação judicial e parlamentar e um PGR demissionário abrem crise na justiça angolana. Luta contra a corrupção acabou, diz Rafael Marques. E a culpa é do Presidente.
O Presidente da República, que concedeu uma entrevista exclusiva à Rádio France Internacional (RFI), afirmou que aquilo que impediu ou dificultou a realização das eleições autárquicas não foi a pandemia, mas sim a não aprovação do pacote legislativo autárquico. "É na base da lei que o Presidente da República pode convocar as eleições autárquicas, declarou João Lourenço. E disparou: "Agora, será em 2023 ou não? Quem sabe".