A Assembleia Nacional aprovou, esta quinta-feira, a proposta de Lei Geral do Trabalho, com 172 votos a favor, dois contra do Partido Humanista de Angola (PHA), e 0 abstenções.
O líder do grupo parlamentar do MPLA, partido maioritário, anunciou hoje que vai submeter à Assembleia Nacional um conjunto de iniciativas “essenciais, incontornáveis” para a institucionalização “de facto e de forma sustentada das autarquias”.
A Assembleia Nacional angolana chumbou hoje o pedido do grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição, para retirar da agenda o ponto relativo à discussão da proposta de lei que aprova o Estatuto das Organizações Não-Governamentais por inconstitucionalidade.
O Presidente angolano manifestou-se “apreensivo” com o rumo dos conflitos no mundo e voltou a considerar a invasão da Ucrânia como a maior ameaça à paz e segurança na Europa, apelando novamente a um cessar-fogo.
A ex-presidente do Conselho de Administração da antiga Agência Nacional para o Investimento Privado (ANIP) Maria Luísa Abrantes considera que uma parceria estratégica entre Angola e os Estados Unidos da América (EUA) só será possível quando o governo angolano conseguir dar “respostas convincentes” ao Senado americano sobre o desaparecimento de dinheiros da petrolífera angolana e sobre “transferências bancárias pouco transparentes” feitas para aquele país.
Porta-voz da UNITA critica o Governo de João Lourenço por não ter ouvido todas as forças políticas para a estratégia Angola 2050. Diz ainda que o plano "não é de todo negativo", embora a metodologia seja "questionável".
Sindicalistas angolanos consideram equilibrado o projeto de Lei Geral do Trabalho, que vai à aprovação final na quinta-feira na Assembleia Nacional, enquanto o patronato pensa que as significativas mudanças no documento são “um ganho para a classe trabalhadora”.