O Presidente da República, João Lourenço, afirmou, esta segunda-feira, em Caxito, Bengo, que o Estado angolano vai deixar de construir centralidades, depois de erguer as anunciadas para as províncias do Cuanza Norte, Malanje, Zaire e Cabinda.
O partido no poder em Angola, o MPLA, ainda tem tempo para reverter a crise social que se vive no país, mas para tal terá de agir com patriotismo, defende o politólogo David Sambongo em declarações à DW África.
A UNITA denunciou uma alegada "onda de perseguições" contra ativistas e exigiu a libertação de "presos políticos". Comissão Política do partido reuniu-se para discutir a situação económica e social de Angola.