O Tribunal Constitucional de Angola reafirmou a legitimidade e plenos poderes da direção atual da UNITA, liderada por Isaías Samakuva, salientando que o mandato dos atuais órgãos deliberativos e executivos apenas cessa com a eleição de um novo presidente.
O presidente da UNITA, maior partido da oposição em Angola, disse hoje que nenhum partido concorrente pode "imiscuir-se no foro privado, independência e autonomia" de outros e que “é preciso muita inteligência” para ultrapassar atuais desafios.
João Lourenço conquista lealdades do mesmo modo que José Eduardo dos Santos, mas “não tem estratégia”. À espreita, avisa a investigadora, está uma crise social porque há fome como não se via desde a guerra civil.