Segunda, 06 de Abril de 2026
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Em três eleições gerais, realizadas em Angola, nomeadamente em 2008, 2012 e 2017, nunca o Tribunal Constitucional esteve envolvido em tanta polémica como em 2022, permitindo que se coloque no processo eleitoral mais como actor do que como guardião da legalidade.

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A recente fuga para as redes sociais de um alegado acórdão do Tribunal Constitucional (TC), que anula o XIII congresso que elegeu Adalberto Costa Júnior, como presidente da UNITA, está a ser interpretado por fazedores de opinião angolanos como mais um elemento que vai aumentar descrédito latente naquela instância judicial.

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