Quando o Comité Central intermitiu o uso político de Tchizé dos Santos, não se sabe, se fez – lo por cunho intelectual ou racional, talvez, fez – lo por carácter emocional ou de força, pois que, Tchizé dos Santos, é uma das politólogas mais cintilantes da actualidade no âmago feminil, aliás, não há mulher tão pulsátil com tanta volubilidade quanto Tchizé dos Santos (…).
Depois da euforia das Manifestações que levaram à queda de de presidentes na Argélia e Sudão, agora segue uma fase de repressão que está a deixar muitos desiludida com a aparente traição destas revoluções, porem eram mesmo estes eventos Revoluções Democráticas?
Por Robore do Garcia
Não me venham cá agora dizer que lambuzar, esfarrapar e enfraquecer ainda mais a justiça angolana não é uma tática. Alguém em sã consciência que tem olhos para ver e ouvidos para ouvir pode mesmo acreditar que este sistema judicial atua com seriedade e pode duvidar que não haja corruptos dentro da classe dos juízes?
Apontar João Lourenço como um messias, é uma redundância, uma obscenidade descomunal, Messias é filho de Deus, nunca perseguiu nem sequer os que o pregaram na cruz, nunca traiu ao Pai que lho enviou à terra, mesmo após a tentação que lhe fora imposta por Satã.
O aspecto que mais me chamou a atenção na entrevista de Dino Matrosse à MFM foi a sua dúvida manifestada em relação a possibilidade da cifra das vítimas da repressão que se seguiu ao 27 de Maio de 77 ter atingido a casa das 80 mil, de acordo com algumas estimativas.
O dia 22 de Fevereiro de 2002 foi para mim e os poucos membros restantes da família Chingunji, um dos melhores dias desde que nasci.
Por Dinho Chingunji
Em geral, a vinda de João Lourenço, propagou um tumulto com a trombeta de uma pseudo – mudança que está longe de ser feliz.
Desengane – se, o sujeito, que acha que a marcha irreprimível do tempo que corre hoje, ou virá amanhã, apagará as sombras do desastre assimilado pelo clã de Eduardo dos Santos, com os seus relatos e as suas histórias, marcadas por uma perseguição incessante à luz de um Governo macabro, que paga tudo a um preço de vingança, marcado por acusações, e até, os nomes dos seus inimigos são colocados numa lista chamada negra, perseguidos em todos os campos, querendo – os sacar até a própria vida, em nome de um novo Estado, que impõe o que achar certo, e como quiser impor.