Quinta, 19 de Março de 2026
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No livro “27 de Maio de 1977” que Artur Queirós publicou em 2017, numa edição (mais uma) da Fundação Dr. António Agostinho Neto (FAAN), está escrito pelo autor o seguinte na página 74: “Neto não o disse nunca em público, mas é importante referir que nos primórdios do fraccionismo protagonizado por Monstro Imortal, Nito Alves e José Van-Duném, ele propôs ao Bureau Político do MPLA do MPLA que fosse nomeado um grupo de trabalho para investigar a existência de conspiradores no seio do partido. Aprovada a proposta, indicou JES para a presidir a Comissão.

Não é loucura coletiva generalizada? Se querer justiça limpa onde quem governa é sujo? Quando num país o partido que está no poder é tão sujo como no caso de Angola é o MPLA. Espaço para se fazer justiça, aquela justiça no verdadeiro sentido da palavra, ou seja, se ser justo que é uma das grandes virtudes humanas.

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