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Terça, 05 Dezembro 2023 20:06

Porque é que a viagem de João Lourenço à Casa Branca não teve a solenidade de uma visita de Estado

As visitas de estado, e, visitas oficiais aos Estados Unidos, são visitas formais de um chefe de estado, (visitas de estado), ou de chefes de governo, (visita oficial), de um dos referidos dignitários, de um país estrangeiro aos Estados Unidos, durante as quais, o presidente dos Estados Unidos, costuma actuar como o anfitrião oficial do dignitário visitante.

Para o efeito, as visitas de estado são consideradas, como sendo a mais alta expressão, de relações amistosas, entre os Estados Unidos e outras nações a volta do globo terrestre. Porém, em condições normais, os dignitários estrangeiros, incluindo os chefes de estados ou chefes de governos costumam ter acesso ao tapete vermelho. Incluindo, uma larga gama de cerimônias, de recepção na Casa Branca, antes das habituais reuniões havidas lugar no West Wing, no Salão Oval, aqui em Washington DC.

Para o efeito, a cerimônia de chegada a Casa Branca, é o evento central, das visitas de estado dos dignitários estrangeiros aos Estados Unidos. Para lá, de outros eventos adicionais.

No quadro, das visitas típicas dos chefes de estados, ou de governos, aos Estados Unidos, costuma ser tradição em Washington DC, a ocorrência, de uma variedade de cerimônias, de recepção.

Para o efeito, a ordem da ocorrência destas cerimônias, varia de acordo com o itinerário do visitante, uma ordem antecipadamente determinada, entre os agentes dos protocolos dos Estados Unidos e do país do dignitário visitante.

No entanto, o tipo de cerimônias incluindo as actividades permitidas, assim como sua forma assumida, variam de acordo, com cronograma, tendo em conta o tipo ou classificação do visitante incluindo a natureza da sua visita.

Uma visita, oficial normal de um chefe de estado aos Estados Unidos, segundo a tradição nos Estados Unidos costuma durar pelo menos 4 dias. Do ponto de vista de cerimônias, uma visita similar, incluí, honras militares, jantar de estado, banquete de estado, cerimônia de chegada no West Wing na Casa Branca, Cerimônia de chegada ao Pentágono, troca de presentes, incluindo visita ao congresso Norte Americano onde geralmente o visitante faz um discurso aos 532 membros do Congresso Norte Americano.

Para o efeito, o presidente dos Estados Unidos costuma brindar a cerimônia dos chefes de estados no gramado, sul da Casa Branca, na manhã seguinte da chegada do dignitário estrangeiro aos Estados Unidos.

Uma cerimônia de chegada que viria ser oficializada, como fazendo parte da agenda presidencial no ano de 1940. Para o efeito, é o chefe do Staff, ou chefe do pessoal da Casa Branca, (White House Chief Usher), que geralmente costuma ser o principal responsável pelos preparativos da cerimônia de chegada do líder estrangeiro. Para o efeito uma visita típica, de um chefe de estado aos Estados Unidos, costuma ser conduzida por um comitê civil de boas-vindas.

Assim, como por um grande número de militares, do terceiro regimento de infantaria, dos Estados Unidos. Da, da Guarda Cerimonial da Marinha dos Estados Unidos, da Guarda de honra, da força aérea dos Estados Unidos, da Guarda de honra, da Guarda Costeira dos Estados Unidos, assim como outros órgãos, do governo federal dos Estados Unidos, já selecionados para o efeito.

Na tradição Americana, para cerimônia oficial, da recepção dos chefes estados, costuma ser realizada um desidrato diferenciado, de cujo o evento, tem sido realizado, no pátio interno do Pentágono em Washington DC, em detrimento, do gramado sul da Casa Branca. Essa, cerimônia a parte, é liderada, geralmente pelo Secretário da Defesa dos Estados Unidos, e, não pelo presidente Norte Americano.

Quanto, a cerimônia de estado, tida lugar no gramado sul da Casa Branca, numa visita típica de um chefe estado, aos Estados Unidos, a Bateria presidencial, costuma disparar salvas de Canhão, disparadas a partir do Presidentes Park.

A área, dos parques a volta do West Wing, na Casa Branca, incluindo a execução do hino Nacional, do país do líder visitante. Assim, costuma ser a tradição nos Estados Unidos, quando se trata de receber um presidente da República, ou chefe de estado típico, na Casa Branca, em Washington DC. Na verdade, o ditador Angolano, general João Manuel Gonçalves Lourenço, foi recebido no passado dia 30 de novembro na Casa Branca em Washington DC.

Porém o teu desperta Angola, em Miami no sul da Flórida, Estados Unidos, traz este ponto de vista, para com substância, e, ou   essencialmente, demonstrar aos meios de comunicação social, do estado Angolano, controlados pelo ditador João Lourenço e pelos marxistas de Luanda. Com vista, a que eles próprios, percebam de uma vez por todas.

Se eles, incluindo todos os bajuladores, do regime dos corruptos de Luanda, não sabiam. Que, agora fiquem sabendo de que, o tirano corrupto, o Oligarca de Luanda, JLO, foi recebido, pela porta traseira, do West Wing, da Casa Branca em Washington DC.

Porque, apesar de ser ele, JLO, que actualmente representa o Estado Angolano. Mas, quer o presidente Joe Biden, quanto o povo Americano, todos sabem e tem conhecimento, de que JLO, é um ditador que nunca foi eleito, pelos Angolanos. Se não, nomeado pelo MPLA.

Logo, os EUA, jamais iriam permitir brindar, tapete vermelho, qualquer secção de conferência de imprensa, no jardim das rosas, na Casa Branca, muito menos honras de chefe de estado, a um JLO, confessado ditador, usurpador do poder, ela força das armas, ali em Luanda.

Quando, JLO, foi repito, simplesmente convocado de emergência á Casa Branca, 4 dias antes, para assinar o acordo sobre a transportação, do cobalto, importado pelo EUA, da República Democrática do Congo, numa altura em que ditador Angolano menos esperava, uma vez que o oligarca de Luanda já tinha uma viagem marcada ao Dubai.

Porém o investimento de mais de mil milhões de dólares feito pelos Estados Unidos, ao corredor de Lobito, precipitou viagem do usurpador do poder aos Estados Unidos. Investimento sobre o qual "Angola, só tem a ganhar frete dos Comboios". De resto, não é segredo para ninguém de que o ditador Angolano, encabeça, um dos regimes mais corruptos em África, que sequestrou todos os órgãos de soberania do estado Angolano.

Incluindo, o sistema judiciário Angolano, de cujo presidente da Suprema Corte Angolana, brigadeiro corrupto, Joel Leonardo. Está acusado, de um mar de crimes incluindo o tráfego de sentenças, patrocinados pelo ditador JLO, para lá de JLO, mandar, ou dar ordens, na Assembleia da República. Estão, entre o mar de atropelos, do regime de Luanda, para não nos referirmos da existência dos presos políticos, em Angola, tentativas de expulsão de deputados da oposição, na assembleia da República, etc., etc.

Tudo isto, incluindo a falta de liberdade de imprensa em Angola, onde jornalistas são detidos, torturados, ou mortos, naturalmente são temas do conhecimento, ou domínio, do presidente Joe Biden, e, da sua administração.

De resto, qualquer pensante, se lembra quando o secretário da Defesa dos EUA, general Lloyd Austin, visitou Angola, recentemente. E, não teve papas na língua. Quando, declarou de que os EUA, não desejam ver em África, generais na presidência da República, incluindo, Angola.

Quando, o facto de Joel Leonardo, haver sido banido, pelos EUA, a não assistir à cerimônia, da recepção do secretário da Defesa dos EUA, demonstra claramente o facto da não existência de quaisquer condições, em Angola, com vista a qualquer investimento estrangeiro, muito menos o regresso dos dólares ao sistema bancário dos marxistas de Luanda, encabeçado pelo banco sol pertença do próprio oligarca JLO, que costuma lavar bilhões de dólares em Bancos Portugueses que se farta.

Logo, Angola um país em que qualquer general do MPLA, pode se apoderar dos negócios de quem quer que seja, quando o sistema judiciário Angolano é actualmente o mais corrupto em África, quem investiria num país, de cujo o sistema judiciário é o mais corrupto em África?

De resto, basta observar as imagens da linguagem corporal do ditador Angolano, JLO dentro do Salão Oval na Casa Branca, onde JLO se apresentou com uma brutal tristeza, excepto quando o presidente Joe Biden, disse que Angola era o país mais importante para os EUA, logo JLO, soltou uma subtil risada.

O que, demonstra claramente de que JLO, teria simplesmente sido convocado. Numa visita, nunca programada pelos protocolos dos dois países, tal como costuma ser tradição nos Estados Unidos, na recepção típica, dos chefes de estados, que visitam os EUA.

Por Orlando Fonseca

Miami Flórida USA

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