Terça, 17 de Mai de 2022
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Quarta, 19 Janeiro 2022 14:01

João Lourenço participa na cimeira da Comunidade Económica dos Estados da África Central

O Presidente angolano participa hoje, em Brazzaville, capital da República do Congo, na 20.ª sessão ordinária da Conferência de chefes de Estado e de Governo da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC).

De acordo com uma nota de imprensa da Casa Civil do Presidente da República, João Lourenço vai, juntamente com outros chefes de Estado da comunidade, discutir o plano de ação prioritário para o presente ano e uma declaração sobre a Mulher, Paz e a Segurança em África.

Com uma agenda de sete pontos, a nota destaca também a transferência de poder da presidência da CEEAC, do Presidente da República do Congo, Denis Sassou N’Guesso, para o seu homólogo da República Democrática do Congo, Félix Tshisekedi.

A cerimónia de abertura vai contar com intervenções do representante especial do Secretário-Geral das Nações Unidas para a África Central, François Louncény Fall, do presidente da Comissão da União Africana, Faki Moussa Mahamat, do presidente da Comissão da CEEAC, embaixador angolano Gilberto Veríssimo, e do presidente em exercício da CEEAC, Denis Sassou N’Guesso.

A CEEAC é um bloco económico sub-regional, integrado por Angola, Burundi, Camarões, Congo, Chade, Gabão, Guiné Equatorial, República Democrática do Congo, República Centro Africana, Ruanda e São Tomé e Príncipe.

A organização foi criada com, entre vários objetivos, o propósito de implementar uma política comum para eliminar impostos alfandegários entre os Estados-membros, estimular o livre movimento de bens, serviços e pessoas, fazer avançar o desenvolvimento industrial no seu seio, além da melhoria das ligações terrestres entre si, indica a nota.

“O presidente da Comissão, o angolano Gilberto Veríssimo, é citado de modo recorrente a referir-se ao excessivo tempo que leva a fazer distâncias de poucas centenas de quilómetros entre alguns países membros, situação que não facilita as trocas comerciais e atrasa, nitidamente, o progresso económico”, salienta o comunicado.

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