Há um ano, em Angola, a família de Jonas Savimbi, líder histórico da Unita, decidiu avançar com o processo de legalização da fundação com o seu nome. A ser validada, esta entidade que se reivindica como sendo apartidária, pretende focar a sua acção na educação e na cultura.
A família de Jonas Savimbi, fundador da UNITA, recorreu à ajuda do ex-líder do partido, Isaías Samakuva, para “contactos formais” junto do Presidente angolano, com vista a desbloquear a criação de uma fundação, revelou fonte familiar.
No próximo dia 22 deste mês vai assinalar mais um ano da morte de Jonas Savimbi, líder fundador da UNITA, que morreu em combate em Fevereiro de 2002. Com o aproximar da data, que é reservada a uma serie de actividades, um dos seus filhos, Rafael Savimbi, abre- se em entrevista a OPAIS para falar da figura do pai, do seu percurso politico, da vida interna da UNITA e do preço alto que a família teve de pagar por conta da imagem de um dos homens mais complexos da história recente de Angola.
A UNITA, oposição angolana, considerou hoje o seu líder fundador Jonas Savimbi, morto em combate há 20 anos, como o “combatente da liberdade e pai da democracia de Angola” que “sempre colocou a pátria angolana em primeiro lugar”.
Se fosse vivo, Jonas Savimbi faria hoje 87 anos. A falta de água potável, de estradas e de saneamento básico sempre foi atribuída ao fundador da UNITA. Houve alguma mudança em Angola desde que o líder da oposição morreu?